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Yasmin Gomes

Jornalista, trabalha com produção editorial e ensina português para refugiados

Yasmin Gomes é jornalista formada pela Universidade Metodista do Estado de São Paulo. Com pouco mais de ¼ de século de vida, rema contra a maré sempre que é preciso. Concluiu sua graduação apresentando um livro-reportagem sobre a importância da humanização no atendimento hospitalar. Atualmente, trabalha com produção editorial e ensina português para refugiados. Signo de ar.
Philby Illustration via Getty Images

Você trocaria um naufrágio certo por uma tentativa de remarmos juntos?

Não existe conversa sem argumentos. Uma conversa onde só existe opinião é um ringue. Dali só sai tiro, porrada, bomba e intolerância. E, só para lembrar, não queremos isso. Nem eu, nem você. Nem a tia Léia, nem o 'seu' Zé e nem o Dr. Claudio querem. Muito menos o pessoal do churras na laje. Afinal, estamos todos no mesmo barco e não queremos que ele afunde de vez.
15/12/2016 15:12 BRST
sdominick via Getty Images

Dória, Crivella e Trump: A culpa também é da bolha 'Facebook'

E escrevemos textões de análise crítica política que só alcançam a quem forem agradar. Mostramos por A + B e com todos os recursos visuais possíveis quais são os perigos do conservadorismo - mas só para quem já é liberal e progressista. Bom, a bolha estourou! Bem-vindos ao mundo real, onde nada do que você posta no Facebook faz diferença alguma.
09/11/2016 12:54 BRST
LUIS ROBAYO via Getty Images

Não tenha medo de conhecer os refugiados que vivem no Brasil

Historicamente, nossa compaixão tem pele clara. Se preocupar com o que acontece na África não é pop, não rende filtros nas fotos do Facebook ou campanhas<strong> #somostodos</strong>. É nosso dever procurar conhecer aqueles que abrigamos em nosso país, sem medo. Até porque, poderia ter dito o poeta;<strong> a dor é inevitável, o preconceito é opcional.</strong>
03/10/2016 16:51 BRT
Nacho Doce / Reuters

De quem apanham os manifestantes contrários ao governo Temer?

Para quem só esteve em manifestos pró-impeachment é preciso avisar que a Tropa de Choque que conhecemos é muito diferente daquela que chega depois, vestindo quepe de gala, sorrindo e tirando fotos. O Choque que se faz presente não tem rosto: já aparece de capacete e batendo no escudo. Chega antes, cerca tudo e usa o vandalismo de cinquenta como justifica para bombardear dez mil. Ontem, quando a passeata estava na Rua da Consolação (que irônico!), foi disparada a primeira bomba de gás contra os manifestantes.
01/09/2016 17:23 BRT
Reprodução/Twitter

A juventude que não pode largar tudo para viajar o mundo ou vender brigadeiro

Eu acho lindas as histórias da "geração que encontrou o sucesso no pedido de demissão", mas elas podem gerar um sentimento de depressão muito maior do que de inspiração. Recentemente, um texto da Ruth Manus bombou nas redes sociais. Montes de likes e compartilhamentos para soltar um grito de desespero de quem está infeliz com o que vou chamar aqui de carreira convencional...
23/08/2016 19:48 BRT