POLÍTICA

Divulgação

'A Grávida da Cinemateca': Um filme atual e independente

Este ano uma nova produção estreou na TV Cultura e talvez não tenha sido assistida ainda tanto quanto poderia ter sido. Exibida pela primeira vez, em caráter de estreia inédita na grade da TV Cultura, num sábado, ás 23h59, o filme trouxe um assunto muito contemporâneo sobre o descaso brasileiro quanto à sua própria cultura e até premonitório do que viria acontecer em termos políticos no ano de 2016. Trata-se do média metragem de 52 minutos, A Grávida da Cinemateca. O filme foi dirigido e roteirizado pelo cineasta Christian Saghaard e produzido por Jorge Guedes através da produtora independente Cinegrama Filmes.
Reuters/Getty Images

Impeachment através do espelho: Dilma e Park contra as ruas

Milhões de pessoas tomam as ruas para pedir o impeachment da primeira mulher a ser eleita presidente do país. Os manifestantes protestam contra a corrupção nas maiores empresas nacionais e o partido da mandatária se vê desestruturado e esvaziado. O processo de afastamento, o segundo da jovem história democrática do país, joga sombras no padrinho político da presidente, visto por um grande setor da sociedade como um dos maiores líderes que a nação já teve. Poderia ser o Brasil em 2016, mas é também a Coreia do Sul. Assim como Dilma Rousseff, Park Geun-hye sofreu impeachment pelo parlamento. A presidente afastada espera seu julgamento, previsto para o início de 2017, enquanto o primeiro-ministro Hwang Kyo-ahn, de popularidade baixa, assumiu o cargo de presidente em exercício.
Beto Barata/PR

Temer e Pezão se refletem no espelho do fracasso

Não haverá saída para o país ou o Estado do Rio se não houver esforço para tributar grandes fortunas, reformar o sistema tributário, incentivar a cadeia produtiva, o conteúdo nacional e cobrar as dívidas das empresas. Não basta cortar recursos através de PECs ou exigir mais dos servidores e aposentados. São saídas perversas.
Leemage via Getty Images

Quando foi que você deixou de se sensibilizar pela dor do outro?

Esqueçam tudo isso, em nome daquilo que você considera sagrado, e volte a olhar uns aos outros como nos olhávamos no recreio da escola, quando tínhamos uns seis anos e todo mundo era amigo e as brigas acabavam quando alguém chorava. Você se lembra dessa época? Se lembra quando a dor do outro nos tocava, e nos abraçávamos para que a dor fosse embora? Alguém ainda se lembra que não vale a pena brigar, xingar, gritar com seu irmão por conta daquilo que ele acredita, seja em Deus, seja que o Lula é inocente?