Sexualidade

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Nós, mulheres, precisamos olhar pra nossa sexualidade

Para falar do assunto entre mulheres, a Comum, comunidade de empoderamento feminino e plataforma de conteúdo digital, preparou uma imersão de dois dias - 3 e 4 de dezembro - em São Paulo. A imersão vai ser guiada pelas psicólogas e terapeutas corporais Renata Pazos e Maria Leonice, e vai misturar práticas e conversas importantes para as mulheres investigarem questões internas e começarem um processo de libertação e autonomia sexual.
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Por que os gays brasileiros devem ouvir a mensagem de Mc Linn da Quebrada

Até mesmo a apropriação e ressignificação de termos como "viada", "bixa", "afeminada" e "aberração", usados por Linn dentro e fora dos palcos, é um processo de subversão. "Ser bixa e viada é o que me mantém viva e ativa dentro do meu corpo. É também um estado de espírito, é assumir desejos e vontades. Tem a ver com não abrir mão de si mesma e perceber toda força que existe nisso", garante. "E, na real, esses termos são muito poderosos, pois denunciam a extrema fragilidade da masculinidade compulsória que precisa tentar deslegitimá-los para validar seu poder". Tá bom pra você, queridã?
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Como a culpa pode afetar a sua sexualidade

Nós precisamos falar sobre sexo. Porque, provavelmente, você que está lendo este texto não fala sobre sexo com sua mãe, com seu namorado (a), ou com suas amigas. E se falar, fala de forma muito superficial. E, muito provavelmente, você também nunca tenha tido coragem de contar para ninguém suas dificuldades de ordem sexual, como fingir orgasmo, só conseguir transar de luz apagada, não conseguir falar sobre as suas preferências, seus medos e etc.
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10 posições para experimentar sexo na gravidez

Muitas vezes, casais grávidos têm muitas dúvidas com relação ao sexo, o que pode vir a interferir na relação. Pode causar estresse de ambos os lados e dessa maneira trazer prejuízos ao casal. Mas saibam que além de ser super saudável (se não houver objeções médicas no período), é prazeroso para o homem e para a mulher.
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Como minha mãe conseguiu aceitar que sou gay e portador de HIV

E essa ponte jamais pode ser feita com o argumento de que "a informação está por aí". "Está tudo na internet". Entre tantas lendas urbanas e informações desatualizadas, quem resguarda o jovem contra esse des-conhecimento? O caminho fácil não vai fazer frear o aumento de casos entre a juventude. Precisamos sentar, nós e eles (ou vocês e nós, dependendo de onde você se encaixar) e vencer o conflito entre as duas gerações.
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Como é ser mulher e transexual

O que me proponho a fazer, com toda a modéstia de quem ainda está iniciando a transição, com as dores e frustrações de uma mulher ainda lida como homem, é falar das minhas experiências, das trocas com pessoas que conheço e do sistema como um todo. Justamente esse sistema que nos enxerga de uma única maneira, isso quando se dá ao trabalho de olhar para nós. Esse sistema que continua nos enxergando como lixo, enquanto nós somos resistência. Eles nos olham como figuras patológicas, mas nós sabemos que a vida de alguém vai além de determinantes biológicos.