Sexualidade

Monroes Dragonfly via Visual hunt /

Nós, mulheres, precisamos olhar pra nossa sexualidade

Para falar do assunto entre mulheres, a Comum, comunidade de empoderamento feminino e plataforma de conteúdo digital, preparou uma imersão de dois dias - 3 e 4 de dezembro - em São Paulo. A imersão vai ser guiada pelas psicólogas e terapeutas corporais Renata Pazos e Maria Leonice, e vai misturar práticas e conversas importantes para as mulheres investigarem questões internas e começarem um processo de libertação e autonomia sexual.
Reprodução/Facebook

Por que os gays brasileiros devem ouvir a mensagem de Mc Linn da Quebrada

Até mesmo a apropriação e ressignificação de termos como "viada", "bixa", "afeminada" e "aberração", usados por Linn dentro e fora dos palcos, é um processo de subversão. "Ser bixa e viada é o que me mantém viva e ativa dentro do meu corpo. É também um estado de espírito, é assumir desejos e vontades. Tem a ver com não abrir mão de si mesma e perceber toda força que existe nisso", garante. "E, na real, esses termos são muito poderosos, pois denunciam a extrema fragilidade da masculinidade compulsória que precisa tentar deslegitimá-los para validar seu poder". Tá bom pra você, queridã?