Relacionamentos

Jutta Kuss via Getty Images

Amo, logo, existo

Ao contrário, o amor, dessa vez, me fortaleceu, me encheu de possibilidades, riu das minhas trapalhadas e trouxe sorvete sempre. O amor instalou-se na minha casa sorrateiro, orgânico e sustentável. Fez macarrão à bolonhesa para o jantar. Fez playlist, foi comigo para Paraty, procurou casa e reside comigo agora na Vila Anglo - nosso pedacinho de interior na enorme São Paulo caótica.
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Os homens que não amam as mulheres

Após o fim de um relacionamento não saudável e de reproduzir 800 vezes o vídeo da Jout Jout, vejo como esses fantasmas assombram mulheres. Apenas no meu convívio social, pude perceber como nos sentimos culpadas e vulneráveis por um jogo de manipulação emocional. Aí você começa a ler sobre transtornos de personalidade narcisista, faz parte de grupos e vê que todos eles acabam fazendo coisas similares.
Meriel Jane Waissman via Getty Images

A separação que mudou minha vida

Para mim, o outono é quando sempre lembro do fim de 2006. Lembro da dor aguda, mas não consigo senti-la de novo; ela parece distante, um fato que sei que existiu mas que não tenho como verificar. Mas aquela sensação de perceber que posso fazer a porra que quiser com o resto da minha vida - aquela sensação de espaço e maravilhamento - nunca deixa de parecer nova.