Liberdade

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Hora da liberdade?

Sem dúvida, por mais poderosa que ela seja nessa altura, a tendência sozinha não conseguirá; agora decidem nossas posições individuais de ativistas ou não do liberado. É hora de se comprometer. Há uma poderosa indústria por trás, justificando-se e defendendo-se e há também uma imensa corporação política resistindo, além de nossas ingênuas inércias e das já tão longas tradições.
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Brexit: Em defesa da liberdade do Reino Unido

Os poderosos apoiadores do "ficar" realizaram tamanha demonização do "sair" que isto azedou tanto o debate britânico quanto a discussão internacional após a apuração dos votos. Os apoiadores do "sair" foram rotulados como pessoas ruins, de valores desprezíveis, e negados qualquer espaço relevante para expor seu ponto de vista ou defender-se das acusações. O Brexit não se trata de um ataque contra ninguém, mas de uma tentativa de restaurar os valores que tornaram o Reino Unido uma nação livre e próspera.
Fotografia por Jon Torres/Flickr

O que é que há de tão errado, afinal, em mostrar nossos corpos?

É para problematizar? Vamos problematizar a pressão social imposta a garotas no mundo inteiro por meio dos produtos criados por Hollywood. Vamos problematizar uma indústria que objetifica e vende mulheres diariamente, um lugar em que toda a importância da mulher está distribuída por entre os tamanhos de seus peitos, quadris e bundas. Vamos problematizar a sociedade que hiperssexualiza sistematicamente nossos corpos. Mas não as mulheres que expõem aquilo que, por definição, é delas mesmas.
Diego3336/Flickr

Roteiro: um dia no centro de São Paulo

Tive a paciência de montar um mapa para que você possa subverter e conhecer o centrão como quiser. Tem um roteiro para fazer a pé, mas sugestões para escapadas. A idéia é um rolê sem carro, para fazer caminhando, por que é esse melhor jeito de conhecer qualquer cidade. Se cansar, tudo bem: a oferta de ônibus, metrô e táxi no centro é bastante ampla. E quase tudo fica aberto aos sábados e domingos, quando o centro é bom para pedalar.
Eurritimia/Flickr

Seja quem você quiser no Carnaval. Só não seja um babaca

Todo ano é a mesma coisa. Me disseram que se quero pular carnaval, tenho que estar preparada para ter a infelicidade de sentir mãos por onde não gostaria, no meu cabelo, no meu corpo, na minha boca. E nem tente se defender ou se indignar, você corre o risco de levar uma mão fechada na cara ou, no mínimo, incomodar o resto do seu grupo de amigos. Em 2015, quero só pedir uma coisa a todas minhas amigas, tente. Você tem todo direito de se indignar. E aos que estejam do seu lado, peço um pouco de paciência e coragem. Não sejamos cúmplices de nenhum tipo de violência.
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'É na escola que a criança pode experimentar, pela primeira vez, o que é ter um espaço seu'

No fundo (ou lá no começo de tudo), educamos para a liberdade. Liberdade de escolhas, de ações, de ir e vir. E é na escola que a criança tem a possibilidade de experimentar, pela primeira vez, o que é ter um espaço seu. Espaço onde os pais são convidados a entrar e a participar, mas que, antes de tudo, é dela, da criança. Do portão pra dentro os pais delegam a escola a responsabilidade de ditar as regras e apresentar um outro pedaço desse imenso mundo. E do portão pra dentro, as crianças descobrem e experimentam o primeiro cheiro do que vamos chamar de liberdade, individualidade e coletividade. São regras em sociedade agora.