Feminism

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A história de um profundo e verdadeiro 'vá se fod*r'

Se algum homem quisesse lhe bater, se alguém a assediasse sexualmente, você o mandaria ir se foder. Você quer ser o tipo de mulher que pode mandar qualquer pessoa ir se foder quando for o caso. Ou melhor, não, você vai ser esse tipo de mulher. Por isso, é claro, você abre um verdadeiro e profundo "Vá Se Foder".
mariko2/Flickr

'Se quisesse afeminado pegava mulher'

Mulheres lésbicas e bissexuais tem, não só suas vozes silenciadas, como suas pautas secundarizadas. Sofrem com a homofobia de maneira mais intensa, pois, essa vem acompanhada fielmente do machismo. No universo dos homens gays, ser afeminado é tido como degradante e, se você assim se definir, será logo descartado: a paquera se apressará em dizer "é que eu não sou afeminado e nem curto". O feminino (e tudo que diz respeito a ele) parece ser visto como um grande tabu para muitos dos gays.
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'Você tem muito o que aprender ainda' e outras formas de silenciar a nossa voz

Sempre que nossas falas pontuam a questão da desigualdade de gênero, elas são silenciadas e/ou deslegitimadas, independentemente do lugar e dos personagens envolvidos. A questão me intrigou e eu passei a reparar melhor nos meus diálogos com os caras com os quais me relaciono, com meus colegas de faculdade e trabalho, com meus professores e, porque não, com meu pai.
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Courtney Act: 'Nossas similaridades são muito maiores que nossas diferenças'

Durante o reality americano RuPaul's Drag Race, poucas participantes se destacaram como Courtney Act. Shane Jenek - seu nome verdadeiro - tem 33 anos e cativou o público, ganhando diversos fãs ao redor da internet com seu carisma, momentos engraçados e o sotaque australiano, sua marca registrada. Entrevistei Shane, ou Courtney, que me falou sobre a vida após o programa, projetos futuros e a vontade de vir ao Brasil.
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Minha roupa não justifica nada

Um simples caminhar do metrô até em casa: calça jeans, blusa regata com renda cinza, tênis. "Que delícia", ouço de um desconhecido. Sinto olhares invasivos de alguns homens em minha direção e apenas caminho, desejando ficar invisível para talvez conquistar algum tipo de respeito em pleno espaço público. Escuto "fiu fiu" de outro desconhecido. Mais que isso, ainda assim há quem justifique tamanho assédio na vestimenta que uso. "Quem usa roupa curta é porque tá pedindo". Mas minha roupa nem era curta e, mesmo se fosse, qual seria o problema?
fotoverbe-se/divulgação

#OFeminismoSouEu: campanha do Dia Internacional da Mulher

Estamos na semana do Dia Internacional da Mulher, data simbólica e importante para relembrar a todos a importância da luta do movimento feminista por direitos básicos infelizmente ainda não assegurados (como igualdade salarial, para citar apenas 1) e também para celebrar tantas coisas que hoje damos como óbvias e que somente foram possíveis graças a inúmeras mulheres que lutaram e lutam para que pudéssemos, por exemplo, sair por aí de calças e abandonar o espartilho!