Entrevista

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Phillip Long: 'A nossa música não fala sobre nada. É uma música decorativa'

São seis anos de carreira, 10 álbuns e elogiadas participações em diversas coletâneas. Neste ano de 2016, Phillip Long, músico expoente da cena folk independente feita no Brasil, lançou Cat Days, seu último registro em inglês, e ainda os singles "Talvez", "Não faz Seu Estilo" e "Música de Superfície" - faixas para um disco que acabou ficando congelado, à espera de um outro momento para ganhar a luz do dia. Neste momento, Phillip já está em outra sintonia: seu interesse agora é voltar às raízes e lançar um álbum "bem folk e purista, com gaita pra caramba", como define. Com campanha ativa no Catarse, seu próximo disco, batizado de Manifesto de Uma Pequenina Vida, será o primeiro todo em português, marcando não apenas uma fase em que o músico ambiciona se comunicar melhor com o público brasileiro, como também um momento de maior liberdade criativa e artística em sua carreira.
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Você precisa ouvir 'auê', segundo disco da banda Circo Motel

Este disco é resultado de pelo menos quatro anos de trabalho do grupo, das primeiras ideias às composições, ensaios, gravações, passando por uma campanha de crowdfunding no Catarse e, finalmente, os shows de lançamento a partir deste mês. A produção fica por conta de Cris Scabello, do Bixiga 70, e o álbum será lançado em CD, vinil e um compacto com versões dub assinadas por Victor Rice.