Direito

Ueslei Marcelino / Reuters

Afinal, o impeachment é jurídico ou político?

O que me parece dessas ambiguidades é o fato de o resultado poder ser favorável ou não ao governo, tanto se considerarmos o processo de impeachment como político quanto se o considerarmos como jurídico. No entanto, qual seria a natureza dos argumentos em ambos os casos? Há diferenças entre eles? Como saber se há ou não boa razão para se apoiar um ou outro lado dentro dessas lógicas distintas do jurídico e do político?
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Estamos preparados para lidar com a capacidade de pensar dos robôs?

Mas quando os casos de março de 2016 como o de Tay (para o mal) e do AlphaGo (para o bem) começarem a acontecer com mais frequência, seguramente não estaremos preparados para lidar com eles: nem emocionalmente, nem socialmente, nem juridicamente. Por isso o título do artigo acaba sendo uma propaganda enganosa: de fato, não temos respostas em como lidar com os problemas que a AI pode nos trazer no futuro. Mas talvez esteja na hora de começarmos a pensar neles.