OPINIÃO

Revista feminista oferece cursos de moda, ilustração, roteiro e direitos humanos

24/06/2015 15:49 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:31 -02
divulgação

É criativa e gosta de desenhar, criar suas próprias peças de roupa ou até compor histórias? A Revista AzMina está organizando um evento que é a sua cara!

No próximo sábado, 27/06, em São Paulo, um grupo de mulheres talentosas oferecerá oficinas profissionalizantes em ilustração, desenho de moda, roteiro e direitos humanos a preços reduzidos. A ideia é apresentar cada área e algumas técnicas básicas às participantes, que podem, depois, decidir se aventurar mais profundamente em cada uma. O grupo oferece certificados de participação e todo o dinheiro arrecadado será convertido na criação da Revista Azmina .

Inscrições e pacotes para interessadas em mais de uma oficina - nana.queiroz@gmail.com

Serviço:

Sábado, 27/06, das 11h às 18h30

Local: Ideário - Rua Professor Rubião Meira, 59, São Paulo, SP (em frente ao metrô Sumaré)

Oficina introdutória de Ilustração, às 11h

Recomendado para: Você que se interessa pelo mundo da ilustração e das artes gráficas em geral.

A professora: Larissa Ribeiro, diretora de arte da Revista AzMina, é formada em arquitetura pela FAUUSP, com especialização em ilustração infanto-juvenil pela Universidade Autônoma de Barcelona e pela Escola de la Dona (Barcelona). Estudou design gráfico na Universidade de Florença, ilustração, tipografia, publicidade e fotografia na Saint Martin's College of Art (Londres). Já trabalhou como designer nas Editoras Abril e Mol, e como colaboradora para várias agências de publicidade.

Do que ela vai falar: conceitos básicos de composição e processo criativo no uso editorial de imagens

Oficina introdutória de roteiro, às 13h

Recomendado para: Você que ama filmes e séries e também tem a cabeça cheia de histórias para contar.

A professora: Helena é subeditora executiva da revista AzMina, jornalista formada pela USP e com pós-graduação em roteiro pela FAAP. Foi escrevendo para mulheres e falando de dietas que começou a se frustrar com o jornalismo e decidiu buscar outro caminho,... onde pudesse passar suas mensagens. Uniu sua paixão por séries com essa vontade e tornou-se roteirista, área na qual atua hoje escrevendo institucionais e também sua série própria - que, obviamente, tem uma protagonista forte e guerreira e foi seleciona no edital de desenvolvimento do Fundo Setorial da Ancine, no final de 2014.

O que ela vai ensinar: Os conceitos básicos de linguagem audiovisual e narrativa que são a base do roteiro.

Oficina introdutória de desenho de moda, às 15h

Recomendado para: Você que é criativa, gosta de moda e se interessa em desenvolver o talento para produzir croquis.

A professora: Lucia Ellen iniciou a carreira desenvolvendo produtos costumizados para amigos e familiares aos 15 anos; é técnica em vestuário, bacharel em Gestão de Moda e especialista em Arte Integrativa. Trabalhou em diversas marcas e importadoras, destacando-se como estilista da C&A. Ensinou arte na Irlanda. Hoje é gerente de moda da Go West, uma importadora, e mantém outros projetos na área de moda e arte educação.

O que ela vai ensinar: O bê-a-bá dos traços de moda e algumas dicas de criatividade.

Palestra "Sistema Penitenciário feminino, direitos humanos e gênero", às 17h

Recomendado para: estudantes e profissionais das áreas de Direito, Assistência Social, Psicologia, Direitos Humanos e Estudos de Gênero.

A professora: Nana Queiroz é diretora executiva da Revista AzMina, autora do livro "Presos que Menstruam", colunista do Brasil Post e criadora do protesto Eu Não Mereço Ser Estuprada. Entrou nas listas de mulheres mais destacadas de 2014 do UOL, Brasil Post e do think tank feminista Think Olga. É jornalista pela USP, especialista em Relações Internacionais pela UnB e está cursando o mestrado em Estudos de Gênero na George Washington University.

Do que ela vai falar: Por quatro anos Nana Queiroz investigou o sistema carcerário feminino brasileiro para descobrir que muitas das violações de direitos humanos que acontecem ali se dão por que o Estado ignora especificidades de gênero. Nesta palestra ela fala sobre problemas e soluções e como é importante lembrar que alguns presos, sim, menstruam.