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Vinícius De Vita

Jornalista e ativista gay apaixonado por coisas novas

Jornalista formado pela Cásper Líbero, é ativista da causa LGBT e defensor da democratização dos meios de comunicação. É cinéfilo de carteirinha, assiste a um monte de séries ao mesmo tempo e, como todo bom libriano, gosta de aprender coisas novas -- mas nunca sabe o que estudar primeiro. FacebookTwitterInstagram
Oleksiy Maksymenko via Getty Images

Uma pessoa LGBT morre a cada 28 horas no Brasil

No domingo, 3 de julho, manifestantes foram à Avenida Paulista, em São Paulo, demonstrar seu apoio ao deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que é réu no STF por incitação ao estupro e alvo do Conselho de Ética da Câmara por apologia da ditadura militar. O parlamentar, conhecido por suas declarações homofóbicas, racistas, misóginas e xenófobas, é pré-candidato à presidência em 2018 e tem mais de 3 milhões de curtidas em sua página no Facebook.
06/07/2016 18:15 -03
Shannon Stapleton / Reuters

O que mudou depois da revolta de Stonewall?

A revolta de Stonewall ainda colhe os frutos de inúmeras conquistas acumuladas ao longo destes 47 anos, e o dia 28 de junho de 1969 é certamente um marco para o movimento, mas engana-se quem pensa que a LGBTfobia acabou. Ela ainda tem um longo caminho a percorrer até que cesse de vez.
28/06/2016 14:52 -03
ASSOCIATED PRESS

O mundo não é um lugar seguro para LGBTs

Mas a principal razão pela qual muitas pessoas optam por não revelar ao mundo os seus reais desejos e atrações está na discriminação que a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais sofre diariamente. O mundo não é um lugar seguro para LGBTs, e, de certa forma, viver "dentro do armário" é uma saída encontrada por muitos para não sofrer.
21/06/2016 14:14 -03
Medioimages/Photodisc via Getty Images

Ser gay não faz de um homem menos misógino

É bem verdade que pertencer a uma minoria social muitas vezes ajuda a treinar o olhar de alguém para a opressão que outras pessoas sofrem. Fortalece a empatia, dizem. Isso, no entanto, não quer dizer que uma vítima de discriminação não possa, ela mesma, ser o agente opressor de algo que ela não sofre. É o caso de homens negros héteros, mulheres brancas e, tcharam!: homens gays.
14/06/2016 15:25 -03