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Tony Marlon

Apaixonado por histórias, pelo Flamengo e adorador de Manoel de Barros em período integral. Especialista em não mudar o mundo.

Formado em Jornalismo pela Unisa (SP) e Flamengo por natureza, está por São Paulo desde o começo dos anos 2000, vindo de Santo Antonio da Itinga, no interior do meu interior do interior de Minas Gerais. Apaixonado por educação.
Reprodução

Em fortaleza, ele recebe para ajudar pessoas a caçarem Pokemóns

O jogo foi lançado na quarta-feira, 3 de agosto. à noite, ele fez esta arte aí da foto e postou em alguns grupos de trabalho. se enganou ao achar que a postagem seria apenas para o seu bairro ou a cidade, mas acertou em cheio na ideia que teve. ele explicou, que quando pegou o celular no dia seguinte tinha dezenas de mensagens e ligações. de outros estados, inclusive. depois, vieram as reportagens: sites, revistas, televisão e entrevistas em emissoras de rádio.
09/09/2016 13:02 -03
Boris Austin via Getty Images

Pelo direito de contar a própria história

Esta semana, essa história toda dá mais um passo: está nascendo em São Paulo, a Rede Jornalistas das Periferias, grupo autônomo, apartidário e autorganizado, que reúne comunicadores populares, profissionais de comunicação que moram nas periferias e coletivos de mídia e comunicação das várias linguagens e lutas. o grupo, que até aqui tem 12 coletivos, quer debater, estudar, produzir, distribuir conteúdos e abrir espaço para o fortalecimento de uma narrativa que considere que a cidade somos todas nós. e que o centro do que quer que seja, é apenas um ponto de vista.
09/09/2016 12:41 -03
Ueslei Marcelino / Reuters

Afinal, você é relevante para quem?

quando uma adolescente de 16 anos é violentada por 33 criminosos, pouco importa se você luta pela paz em santo antonio da itinga, se você é presidente da onu, ou se é presidente da associação internacional de proteção às borboletas do afeganistão: é a humanidade de todos nós que foi machucada e violentada brutalmente. jamais sentiremos o que ela sentiu e sente, mas podemos nos esforçar para sermos mais empáticos. minimamente.
01/06/2016 18:53 -03
Eastnine Inc. via Getty Images

Silêncio também é conversa

vou começar essa estreia dizendo assim: tudo por aqui virá em minúsculas intencionais. é que eu gosto de escrever de um jeito que enxerguem o horizonte do que eu sinto, sem verticalização do entendimento. e isso foi desde o tempo em que eu fui uma pessoa antes de hoje. já gostava de escrever palavras com a mesma altura, sem diferenciar maiúsculas ou minúsculas, pois aí nenhuma delas desimportava mais quando eu olhava para o papel.
03/03/2016 18:44 -03