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Tânia Savaget

Carioca, mãe de 3 filhas, diretora de branding e educadora.

Formada em comunicação social pela PUC-RJ, com especialização em branding e marketing e pós graduação em Sociopsicologia. Professora de branding e cultura, consumidor e experiência na pós-graduação da ESPM-SP e no Instituto Rio Branco SP. Há onze anos é diretora de estratégia da Tátil, consultoria de branding, design e inovação. Durante 4 anos manteve uma coluna periódica no site Blue Bus. Apaixonada pelas palavras, facilita oficinas de escrita criativa, criação de palavras e resgate de memória. Seu site Estampalavras reúne suas reflexões sobre o tema.
reprodução

Procura-se professor que não queira ensinar - ou só ensinar

O que mais leio, escuto e estudo é que o papel do professor está em plena evolução e que um dos grandes problemas é que somos treinados para ensinar. E ensinar, na maior parte do tempo, é uma relação de mão única: eu ensino, vocês aprendem. Só que, ainda bem, os alunos do século XXI não são como as minhas bonecas da infância, que ficavam ali passivos, imóveis, apenas absorvendo o que eu passava para eles (sempre acreditei nisto). Dar aulas hoje é muito mais desafiador.
13/07/2015 17:54 -03
mygueart

'Aprender não é o produto de ensinar'. Será?

Um jovem, exemplo de um processo de homeschooling, mostrou o sucesso desta iniciativa contando que estava cursando Harvard. Fiquei pensando em como até nos movimentos mais alternativos de educação ainda se precisa passar pelas instituições oficiais e tradicionais.
01/06/2015 18:17 -03
iStock

Os muitos níveis de aprendizado e a educação que transforma

Se no passado a escola era a única porta de entrada para a educação, agora existem muitos formatos possíveis e, ainda bem, muito mais acessíveis para um maior número de pessoas. Estou cada vez mais encantada com a possibilidade de estudar assuntos variados em formatos diferentes.
21/04/2015 12:31 -03
profcarlos/Flickr

Repetição, memorização e provas, muitas provas. Nada de novo na educação?

Comecei a me preocupar com os métodos de aprendizagem depois que minha filha mais velha teve uma séria depressão no ano do seu vestibular. Ela simplesmente não aguentou a pressão. Além da rotina massacrante, a pressão dos professores que, de alguma fora, tentam influenciar a escolha da profissão se soma à pressão dos amigos, que questionam se o que ela quer vai dar dinheiro e à da família que nem sempre apoia e acaba entrando na ansiedade e na insegurança. Como tenho outras filhas entendi que não queria repetir a experiência.
19/03/2015 19:04 -03