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Salomão Cunha Lima

Fundador do GAMES, grupo que discute diversidade e inclusão no mercado

Graduação e MBA em Relações Internacionais, este último pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo (2014), tendo sido integrante do Programa Internacional em Governabilidade, Gerência Política e Políticas Públicas pela FGV, junto ao CAF - Banco de Desarrollo Latinoamericano e The George Washington University, no Rio de Janeiro (2016), é fundador e organizador do GAMES (Government Affairs, Media, Entrepreneurs & Supporters), grupo que discute a diversidade e inclusão no mercado de trabalho.
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O que Crivella e Doria entendem, de fato, sobre diversidade?

Resta-me, contudo, a reflexão e esperança que nós, cidadãos, teremos mais atenção a estas questões e cobraremos que nossos políticos desenvolvam ações afirmativas que promovam e solidifiquem cidades cada vez mais dignas, humanas e inclusivas. Enquanto isso, melhor seja rezar o "Pai Nosso" pra que possa "perdoar a quem nos tem ofendido". Assim seja.
22/10/2016 13:14 -02
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Como fazer com que as empresas invistam na diversidade em cenário de adversidade?

Promover a diversidade no ambiente laboral é, de fato, um grande desafio, uma ação cada vez mais necessária nas organizações. Claramente, a alta cúpula - quando bem conscientizada dos resultados que poderão ser obtidos - pode levantar a bandeira da diversidade e trazer, de forma estruturada, top-down, ações afirmativas. Contudo, antes que isso ocorra, é fundamental o engajamento dos colaboradores que representam tais grupos sociais, bem como os(as) que de modo geral estão conscientes da relevância da questão. É preciso se unir (grupos de apoio são importantes para isto) visando discutir e pensar em como melhorar o cenário do ambiente em que se convive, apresentando propostas coerentes e representativas.
13/10/2016 14:01 -03
art12321 via Getty Images

E quando nossas Câmaras de Vereadores 'saírem do armário'?

Modesto foi o número de candidatos que se declararam gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais nestas eleições, representando apenas 0,04% do total de candidatos. E, pasme, este foi o maior índice desde 1996, ano em que se se iniciou o registro dos aspirantes "fora do armário", a partir de levantamento feito pela ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
05/10/2016 10:36 -03