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Roberto Dalmo

Professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT), pesquisador de Educação e Direitos Humanos

Licenciado em Química pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Mestre e doutorando em Ciência, Tecnologia e Educação pelo CEFET/RJ. Foi professor do Ensino Básico, onde começou a pensar Educação e Direitos Humanos. Atualmente é professor da Universidade Federal do Tocantins (UFT).
Bruno Kelly / Reuters

Foi a democracia que morreu?

A democracia não morreu. Só podemos matar o que estava vivo. O máximo que o Brasil sofreu foi um aborto. Aborto induzido, orientado e obrigado por quem nunca quis esse filho - o pai abastado quis o aborto da indesejável democracia.
02/09/2016 14:41 -03
Shutterstock / mapichai

Existe um caminho possível para formar cidadãos conscientes?

Me recuso a acreditar que, quando Paulo Freire dizia "não existe ensinar sem aprender" ele estava falando apenas de conteúdos de matemática, química, física, português, etc. Não existe ensinar quando nos fechamos para a diversidade mundo e para a diversidade existente na escola. Ao ensinar com valores humanos, aprendemos a humanidade.
21/07/2016 12:19 -03
graphicsdunia4you via Getty Images

Vamos falar sobre gênero?

Se há algo que queremos destruir da família tradicional é a existência de tabus que fazem com que pessoas se suicidem por falta de respeito a sua sexualidade; queremos destruir hábito de mandar a filha lavar a louça e deixar o filho vendo futebol; queremos destruir um monte de coisa da família tradicional. Mas queremos substituir tudo que for destruído por respeito. Pode ser?
02/02/2016 18:45 -02
iStock

Do ato de sonhar

Não discordo que todas essas histórias existam, mas busco pensar também sobre as histórias que não foram narradas. Não discordo que temos que repensar e muito nosso sistema, mas não podemos deixar de lado as histórias não narradas... Sem elas a mudança será injusta.
14/09/2015 17:00 -03
Montagem/Facebook/FIickr

Quando as cotas se tornam uma questão moral

Novamente surge a manchete do médico "branco" que passou na primeira fase do concurso para o Itamaraty pela política de cotas para negros. De uma forma muito ingênua surgem dois pensamentos: O primeiro se relaciona com a falência do sistema de cotas que permite que isso aconteça, o segundo afirma a miscigenação do povo brasileiro
26/08/2015 20:14 -03
wildpixel

Alienação parental: precisamos falar sobre isso

Tive a sorte de possuir pais que fizeram o maior esforço para que eu mantivesse admiração e contato por ambos. Mesmo separados no fim de suas vidas eles se encontravam e faziam o máximo para que eu tivesse uma boa relação com eles e mantivessem uma boa relação entre eles. Porém, isso não ocorre em todas as famílias. Muitas crianças estão no meio de conflitos e, em alguns casos, são utilizadas estratégias de incentivo de ódio pelo outro.
04/08/2015 15:14 -03
Karen Apricot New Orleans/Flickr

Escola sem Partido: um projeto ignorante

O que alguns se incomodam é que até certo tempo, um determinado grupo tinha um maior controle dos interesses, valores, possibilidades e, atualmente o jogo está menos desigual. Pare e pense um pouco: quando a escola se diz "sem partido", ela concorda com o que colocaram em um determinado espaço de tempo. Você, defensor da democracia, vai concordar com isso?
23/07/2015 17:37 -03
Reprodução/Twitter

Menos, Zeca... Menos!

Caro Zeca, você também não pertence ao "mais nobre" do imaginário da "elite" e nem por isso você é inferior. Temos que nos questionar sobre quem diz o que é ou não válido como cultura. Temos que nos questionar sobre que relações de poder estão presente nesse jogo de considerar algo "aceitável culturalmente" ou não.
29/06/2015 22:45 -03
Roberto Dalmo

Com quantos invisíveis se faz uma cavalgada?

A Cavalgada de Araguaína é considerado o maior evento do tipo no mundo, então não poderia deixar de falar um pouco sobre o olhar que a gente constrói quando passa a pensar a festa por uma ótica que vai um pouquinho além dos cavalos, seus cavaleiros e amazonas.
08/06/2015 16:29 -03