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Raquel Baldo Vidigal

Psicanalista e psicóloga

Atuo com atendimentos clínicos há 13 anos através de crianças, adultos, famílias, casais e também com participação em escola e empresas. Especialista em estruturas de Relacionamentos (relação mãe e filho, relação amorosa, relação com o meio), Lutos e Perdas (os tabus, as dificuldades, a negação sobre o tema e a presença continua desta questão em nossa vida, por meio de morte, separação, mudanças, perda ou troca de emprego, escola, namoros, casamentos, projetos de vida...), Angustia e Depressão (sintomas, tabus, conflitos, resultado e consequência...).
GeorgePeters via Getty Images

O machismo disfarçado de boa intenção, preocupação e cuidados

E foi quando descobri que o machismo das boas intenções, aquele que não bate, nem mata ou xinga, havia tirado minha possibilidade de ser eu mesma até então. Mesmo sem encostar um dedo em mim, o machismo enraizado na sociedade e na minha família em algum momento aprisionou minha existência. Era hora de fazer algo a respeito, era hora de me dar o direito ser eu mesma, era hora de seguir meu caminho.
28/01/2017 16:25 -02
Steve Debenport via Getty Images

A desigualdade de gênero é ensinada em casa e na escola

Pais e escolas: prestem atenção nas falas que usam com seus filhos e alunos! Prestem atenção nas regras que vocês determinam. Elas estão equivocadas. Prestem atenção ao movimento que o mundo vem alertando por uma igualdade de direitos entre os gêneros. Prestem atenção nas suas falas e se elas sugerem que alguém pode ou não pode, deve ou não deve fazer algo porque é menina ou menino. Seu método de educar precisa ser revisado urgentemente.
30/03/2016 13:31 -03
gagilas/Flickr

A cegueira afetiva dos pais gera filhos abandonados

Pais espertos e técnicos ou permissivos demais geram filhos sofridos e perdidos, dentro deles mesmos. Perdidos, porque não foram encontrados (as vezes nem procurados) pelos olhares de seus pais. Tornam-se pessoas inseguras, agressivas, individualistas, pois não aprenderam a sentir, apenas cumpriram etapas, regras e técnicas vazias de afeto.
09/03/2016 18:35 -03
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Marina e Maria: As mulheres que foram assassinadas pela conivência social

Todos os que responsabilizam as vítimas por serem atacadas são, na verdade, coniventes com a violência. São, de certa forma, colaboradores e igualmente abusadores, visto que com apenas uma palavra se mostram compreensíveis com aqueles que praticam o mal. Até quando Marinas e Marias ficarão perdidas e sozinhas, não pela ausência de um gênero masculino, mas por estarem abandonadas por uma sociedade conivente com hábitos e costumes preconceituosos e abusadores?
07/03/2016 13:01 -03