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Paulo Roberto Junior

Jornalista

Vidrado em comunicação desde pequeno, não perdia um telejornal por nada. Gostava de analisar como as notícias eram produzidas, embaladas e entregues aos telespectadores. Trilhar o caminho da informação foi inevitável. Formou-se em Jornalismo e, paralelamente, se aventurou no curso de Sociologia. Compreender e contar histórias nunca foram apenas só um trabalho, mas, sim, uma fonte de aprendizado e prazer. Não à toa, estuda e escreve sobre o futuro da comunicação e como torná-la mais dinâmica, moderna e verdadeiramente representativa.
Ellagrin via Getty Images

O linchamento seletivo contra o Catraca Livre e futuro do jornalismo

Ao contrário do que dizem, não acho que o jornalismo morreu. Mas ele terá que se adaptar, o mais rápido possível, ao novo contexto da sociedade hiperconectada. Sairá na frente aquele veículo que tiver a ousadia de quebrar os paradigmas impostos pelos manuais, assim como pelas influências e rotinas do trabalho diário, e conseguir atuar de maneira mais orgânica, mais representativa e informativa com o público. Essa deve ser a nossa luta. Logo, o tão buscado like, caro leitor, virá como consequência. Por enquanto, eu sigo acreditando.
02/12/2016 13:57 -02
shutterstock

Cerca de 70% dos brasileiros ativos no Facebook se informam pela rede social

A internet possibilita uma nova lógica do fazer jornalístico, por meio de uma comunicação mais horizontal. Se por um lado ela permite que qualquer cidadão seja produtor de informação, por outro não é mais necessário que os jornalistas profissionais estejam dentro de uma redação de um veículo da grande imprensa, com todas as suas barreiras, para "produzir e disseminar conteúdo - e até prosseguir nas histórias ignoradas pela mídia tradicional", conforme afirma a jornalista Natalia Viana.
23/04/2015 10:22 -03
alemão morro/reprodução/facebook

Matam-se negros e pobres em nome da falida política antidrogas

Não podemos achar normal cidadãos morrerem diariamente vítimas de tiros de fuzil disparados a esmo porque - fazer o que? - há confrontos entre policiais e bandidos nas favelas. Quantos ainda vão morrer? Afinal, será que não foi possível perceber que a política de guerra e enfrentamento se mostra cada vez mais ineficaz? Para o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, parece que não:
06/04/2015 14:09 -03
reproducao/mare vive

A rotina de quem vive sob uma intervenção militar

Para jogar luz em cima de arbitrariedades e protestar contra uma cultura militar marcada pela opressão e pelo desrespeito, alguns moradores da Maré utilizam a tecnologia e a internet como ferramentas de denúncia e de humanização. O vídeo acima, por exemplo, foi postado na página Maré Vive, no Facebook, e já possui cerca de 100 mil visualizações. A Maré Vive é mais uma experiência de resistência, que desempenha um papel de divulgadora de uma realidade que nem sempre encontra espaço nos principais jornais e emissoras de TV do país.
26/03/2015 14:41 -03
iStock

'Falta empatia social dos próprios gays na luta contra a homofobia'

Na noite dessa segunda-feira, enquanto Fernanda Montenegro e Nathália Timberg mostravam ao País que o amor, em todas as suas formas, não deve esperar último capítulo de novela para ser expressado, cerca de 30 pessoas se reuniam no Rio de Janeiro para organizar um ato político contra mais um recente ataque motivado por homofobia na cidade. Em uma casa na Lapa, o grupo tinha o objetivo de pensar, discutir e planejar ações que serão realizadas nas próximas semanas com o objetivo de repudiar essa opressão cada vez mais frequente a homossexuais, travestis e transexuais nos espaços públicos cariocas.
17/03/2015 16:59 -03