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Luiza Erundina

Deputada Federal (PSB-SP)

Com uma vida inteira dedicada à Política, Luiza Erundina assumiu seu primeiro cargo público no ano de 1958, quando foi Secretária de Educação de Campina Grande, na Paraíba, seu estado de origem. Em 1971 emigra para São Paulo, perseguida pela ditadura militar. No ano de 1980, participa da fundação do PT (Partido dos Trabalhadores) e em 1982 elege-se vereadora da cidade de São Paulo. Quatro anos depois, em 1986, é eleita deputada estadual e em 1988, elege-se prefeita da maior cidade da América Latina, São Paulo, pelo PT, sendo a primeira mulher a assumir o cargo na capital paulista. Em 1993, depois do impeachment do presidente Collor, Luiza Erundina é nomeada ministra da Secretaria da Administração Federal, no governo Itamar Franco. No ano de 1998, já no PSB (Partido Socialista Brasileiro), é eleita deputada federal por São Paulo. Assumiu mandato parlamentar na Câmara dos Deputados no ano de 1999 e desde então vem atuando de forma exemplar e ética, próxima das bases e integrada à sociedade pela inclusão da classe trabalhadora, dos excluídos e das minorias, tendo como princípio maior a justiça social e a igualdade de direitos. Na Câmara, Luiza Erundina tem se destacado na atuação junto à Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), à Comissão de Legislação Participativa, (CLP) da qual foi sua primeira presidente e também é integrante da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), na qual, coordena uma Subcomissão Permanente, a Comissão Parlamentar Memória, Verdade e Justiça. Atualmente Luiza Erundina está no seu quarto mandato como deputada federal e é coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular que, luta por uma reforma política ampla, capaz de corrigir as graves distorções do sistema partidário e eleitoral e coibir os desvios éticos que têm marcado historicamente, a vida política brasileira e também, coordena a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom), onde, dentre os principais pontos tratados, estão a garantia do exercício da liberdade de expressão e do direito a comunicação, além da reformulação do Marco Regulatório do setor. Destaca-se ainda na luta pela ampliação da participação das mulheres na política, pela democratização dos meios de comunicação no Brasil e pela reforma do sistema político brasileiro.
Agência Brasil/Flickr

Luiza Erundina: 'As manifestações não devem ser subestimadas'

Criticar, cobrar, protestar pacificamente é um direito de todos. De outro lado, é dever da presidente estar atenta às vozes que vêm das ruas e abrir-se ao diálogo franco e construtivo com quem se dispuser a ajudar a edificar o país em outras bases e fundamentos éticos, capazes de sustentar uma nação justa e soberana onde todos e todas tenham assegurados o pleno exercício de sua cidadania.
19/03/2015 18:11 -03