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Lucas Rezende

Jornalista

Lucas Rezende é jornalista. Com passagens pelo Jornal do Brasil e Record Nordeste, divide suas atenções entre a política e a cultura. Seja no plenário apurando bastidores com parlamentares ou perfilando um músico ou cineasta, sua praia é comunicar.
Xinhua News Agency via Getty Images

'O Brasil de Michel Temer não é o mesmo que o meu'

Talvez o Temer não lembre que ele mesmo pediu para não ganhar notoriedade na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Porque o Temer sabia que seria vaiado. Talvez o Temer estivesse com otite quando não ouviu gritos de golpista no sete de setembro em Brasília. Talvez o Temer tenha realmente esquecido que foi pego na Ficha Limpa por irregularidades na Justiça Eleitoral. Será que o Temer sabe que é o primeiro presidente oficialmente ficha suja?
23/09/2016 15:54 -03
Divulgação

O dia que o Velho Chico quis fazer novela

E, se como reza a lenda, há mesmo um minhocão submerso naquele rio, que o faz agitado onde não deveria, e revolto quando bem quer, ai, ai. O Velho Chico não é tão bom como Benedito. Levou nosso protagonista, um Santo dos Anjos, um homem do circo, um rei do cangaço, um Presidente da República. O homem de mil faces. Levou pai de três. Estão contados os dias daquelas lendas. Há por lá, um novo centro das atenções, um novo guardião das águas, um novo herói, um galã.
16/09/2016 17:13 -03
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Desculpe o transtorno, precisamos falar do Brasil de Jair Bolsonaro

Apesar do título, não. O cronista não beberá da água de Gregório Duvivier. A seguir, uma crônica-delírio. Um devaneio público. O cronista recebeu um passe e acho, por erro de cálculo das entidades, baixou o espírito-vivo de Jair Bolsonaro, deputado federal eleito pelo Partido Progressista - sabe-se lá o que o termo significa no dicionário do nobre parlamentar. O resultado, sinto adiantar, não é nada animador. Desculpe o transtorno.
14/09/2016 16:57 -03
Nacho Doce / Reuters

Que Polícia Militar é essa que lança bombas contra civis e quem está de crachá?

Fico então pensando: se o que se viu até agora não foi excesso, como bem diz o senhor comandante, o que será dos manifestantes quando aí sim, um dia, quiçá, o excesso de força for usado. Agora, mais que nunca, ficou tão clara quanto as tentativas sucessivas de criminalização dos atos por parte da Polícia Militar, o motivo dos manifestantes ecoarem pelas ruas o grito que intitula este texto: "Chega de chacina. Quero o fim da PM assassina". Ou se preferir: "Não acabou, vai acabar. Eu quero o fim da Polícia Militar".
08/09/2016 12:34 -03