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Juca Ferreira

Ministro da Cultura

Juca Ferreira ocupa pela segunda vez o cargo de ministro de Estado da Cultura. A primeira foi no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, de 2008 a 2010. Ferreira tomou posse no dia 1 de janeiro de 2015. Nascido em Salvador (BA), Ferreira atuou na militância estudantil, tendo sido eleito presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) em 1968. Não chegou a assumir o cargo, já que a eleição ocorreu no mesmo dia da instituição do AI-5. Atuou na resistência ao regime militar, o que lhe rendeu nove anos de exílio no Chile, na Suécia e na França. De volta ao Brasil, após a Anistia, trabalhou como assessor especial da Fundação Cultural do Estado da Bahia, onde desenvolveu diversos projetos ligados à área cultural. Em 1981, iniciou militância na área ambiental. Em 1988, filiou-se ao Partido Verde (PV). Na década de 90, foi secretário de Meio Ambiente da cidade de Salvador e presidente da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente. Foi eleito duas vezes vereador pela capital baiana, em 1993 e em 2000. Durante a primeira legislatura do presidente Lula, em 2003, foi convidado por Gilberto Gil para assumir a Secretaria-Executiva do Ministério da Cultura, cargo que exerceu por cinco anos e meio. Com a saída de Gil, assumiu o ministério de julho de 2008 até o fim de 2010. Nos anos de 2011 e 2012, Juca Ferreira foi embaixador especial da Secretaria-Geral Ibero-americana (SEGIB), sediada em Madri (Espanha), sendo também conselheiro do gabinete do secretário da entidade. Em 2013, o prefeito eleito de São Paulo Fernando Haddad nomeou Juca Ferreira para comandar a Secretaria Municipal de Cultura. Na campanha presidencial de 2014, a presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff o convidou para a coordenação do programa de governo na área de Cultura.
Post-Software/Flickr

Juca Ferreira: 'É hora de repensar a cultura digital'

Se em 2003 vivíamos a esperança de uma internet efetivamente democratizante, hoje já sabemos os benefícios e malefícios que temos diante de nós. Algumas poucas corporações se tornaram hegemônicas e muito poderosas, como é o caso do Google e do Facebook, dragando assim a prometida multiplicidade de vozes que pretendíamos estimular.
06/05/2015 11:00 -03