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Carol Patrocinio

Jornalista, mãe e feminista, busca uma vida mais saudável em todos os sentidos

Jornalista, mãe, feminista e busca uma vida mais saudável em todos os sentidos: social, política e sustentavelmente. E acredita que um mundo melhor só é possível com muita discussão para abrir a cabeça.
Roy Scott via Getty Images

Violência nunca é sobre amor: Dissecando a carta do assassino de Campinas

Enquanto todos esses pontos não forem discutidos à exaustão, enquanto as escolas não ensinarem quais atitudes se encaixam na definição de violência, enquanto a imprensa continuar apenas dando visibilidade a discursos sem pedir que especialistas os traduzam não vamos sair do lugar em que estamos. E esse lugar é cheio de sangue, dor e tristeza justificadas por falsas injustiças, amor e honra.
02/01/2017 17:22 -02
EVARISTO SA via Getty Images

Michel, tudo vai passar

Michel, faz assim: me manda uma mensagem. Sou mulher, sabe como é, e meu instinto materno me obriga a cuidar de você, mesmo depois de todas as agressões psicológicas, institucionais e até físicas que você, seu governo e o golpe têm me feito passar. Vamos falar de agressão, vamos?
24/05/2016 19:18 -03
HipstersFree/CreativeCommons

Como aprendi a admirar e a me empoderar junto com outras mulheres

Só em uma comunidade de mulheres é que você entende se consegue mesmo ter a tal sororidade. É ali que você precisa discordar com argumentos e sem agressividade. É ali que você nota que não quer machucar aquela outra pessoa só porque vocês pensam diferente. Só um ambiente tão acolhedor pode tirar de nós o melhor que há. E quando aprendemos a ser generosas com as outras passamos a pensar se não poderíamos ser mais generosas com nós mesmas. E nós podemos.
05/05/2016 17:37 -03
ASSOCIATED PRESS

O que está por trás do 'Tchau, querida' dos deputados pró-impeachment?

O "tchau, querida", utilizado por veículos de imprensa de circulação nacional, que não pensam duas vezes antes de destilar misoginia, não é apenas uma expressão. Ele diz muito mais sobre nossa sociedade, sobre a maneira como nos relacionamos com as mulheres e o espaço que é destinado a nós. Ele é machista, sexista e classista. Ele é uma violência, assim como todas as atitudes irracionais e cheias de ódio que pudemos acompanhar por tantas horas durante a votação.
19/04/2016 16:41 -03
Globo via Getty Images

Uma resposta à Fernanda Torres

Fernanda, preciso te contar uma coisa: estamos em 2016 e a escravidão acabou há 128 anos. Sei que é pouco tempo, mas já deu pra se localizar no contexto social em que vivemos e aprender a olhar o mundo com empatia, ainda mais quando o acesso a informação é tão fácil.
22/02/2016 21:15 -03