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Andre Castro Carvalho

Pós-Doutorando no Instituto de Tecnologia de Massachusetts - MIT

Bacharel, Mestre e Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, tendo sua tese de doutorado recebido o Prêmio CAPES de Tese 2014 como a melhor tese de doutorado em Direito defendida em 2013 no Brasil. Foi visiting researcher na Karl Franzens Universität Graz, na Áustria (2013), pelo Coimbra Group Scholarship Programme for Young Professors and Researchers from Latin America, e visiting scholar and professor na Nankai University (Tianjin) e JiLin University (Changchun), ambas na China (2012-2013). Atualmente, é postdoctoral fellow no Massachusetts Institute of Technology - MIT. É autor dos livros: Direito da Infraestrutura: perspectiva pública (2014), Vinculação de receitas públicas (2010) e Tributação de bens digitais: interpretação do art. 150, VI, "d", da Constituição Federal (2009). Contato: andrecc@mit.edu
Reprodução/Twitter

Estamos preparados para lidar com a capacidade de pensar dos robôs?

Mas quando os casos de março de 2016 como o de Tay (para o mal) e do AlphaGo (para o bem) começarem a acontecer com mais frequência, seguramente não estaremos preparados para lidar com eles: nem emocionalmente, nem socialmente, nem juridicamente. Por isso o título do artigo acaba sendo uma propaganda enganosa: de fato, não temos respostas em como lidar com os problemas que a AI pode nos trazer no futuro. Mas talvez esteja na hora de começarmos a pensar neles.
11/04/2016 16:07 -03
Mark Wilson via Getty Images

Mandatos para Ministros do STF e dos Justices da Suprema Corte dos EUA

Fato é que há um descontentamento generalizado, nos dois países, com a forma de indicação e nomeação de ministros. Colocar um mandato de 10 anos é salutar, mas, por si só, não vai resolver o problema. É necessário, sobretudo, haver maior accountability e escrutínio no processo, seja dos outros Poderes (o que indica - Executivo - e o que sabatina - Legislativa), como da sociedade.
10/03/2016 11:45 -03
iStock

O direito de compadrio brasileiro

Não nasça ou não se relacione em um meio influente e pronto: sua mobilidade na pirâmide social está enterrado. O direito deveria servir, então, para reduzir a ocorrência do compadrio, nivelando as relações jurídicas sob a igualdade perante a lei. Correto? Não é bem assim.
20/08/2015 14:46 -03
Getty Images

"Estaremos nós muito otimistas?"

O potencializado excesso de otimismo no Brasil acaba não conduzindo a uma "falácia", mas sim a uma total ausência de planejamento: nesse ambiente de caos das políticas públicas, qualquer pequena realização concluída acaba sendo bem-vinda.
26/05/2014 10:32 -03