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Jennifer Queen

Escritora, cinéfila e apaixonada por livros e mídias

Jornalista pela PUC-SP, escritora, tradutora, blogueira, apaixonada por mídias digitais e livros, inclusive os de papel. Escreve em todas as línguas que conhece e acredita que a literatura é, antes de tudo, estrangeira. Com MBA em Marketing Digital pela FGV-SP, compra tudo pela Internet e já publicou e-book pela Amazon: Malgosia no tempo e outras histórias.
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Por que você precisa assistir 'Westworld'

Fã tardia de ficção científica, mas apaixonada por tudo que tivesse remotamente a ver com viagens ao espaço ou inteligência artificial, comecei a ver a série cheia de expectativas. Depois de Game of Thrones, queria a todo custo me agarrar a esta promessa: uma distopia inteligente com produção de cinema.
03/11/2016 10:14 -02
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Um bate-papo com o melhor bartender do mundo: Colin Field, do Hemingway Bar

Quem gosta de literatura - e drinques - certamente já ouviu falar do Bar Hemingway, do Ritz Paris. É um dos mais famosos bares do mundo, e um dos lugares mais celebrados de Paris. Tanto que, nos quatro anos em que ficou fechado para uma reforma multimilionária, Colin Field - apontado algumas vezes como o melhor bartender do mundo - resolveu abrir as portas de sua casa para os frequentadores mais fiéis.
24/10/2016 10:48 -02
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'Alerta de Risco' reúne os melhores contos do escritor Neil Gaiman

Um dos pontos altos da edição nacional - li primeiramente no original - é a tradução de Augusto Calil. Gaiman tem uma cadência peculiar de linguagem, com aliterações, o que torna bem difícil traduzi-lo para o português. (A experiência de leitura dos volumes de Sandman em português, por exemplo, deixa muito a desejar). Calil mantém-se fiel a essas características sem abrir mão da prosa elegante e sucinta.
21/10/2016 12:08 -02
ASSOCIATED PRESS

No Kindle, o que importa é o livro

O livro é, possivelmente, uma das mídias mais resilientes de todos os tempos. Outra fonte brinca com isso ao dizer que, no futuro, será resistente a altas e baixas temperaturas, à prova d'água e não precisará de bateria nem de conexão wifi. Será feito, veja só, de papel. Dá para entender o fetiche do papel e como ele ajudou a construir a história do livro até aqui. Impossível resistir às diferentes texturas, edições ilustradas, à descoberta de novas fontes e capas.
09/09/2016 12:53 -03