OPINIÃO

Ensinar exige bom senso

10/05/2016 18:40 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
Big Cheese Photo via Getty Images
Blurred motion shot of students running past teacher

Segundo Paulo Freire, é o bom senso do professor que pode guiá-lo diante situações pedagógicas conflituosas que exigem a sua autonomia e a sua liberdade para que a essência da aula, que é a aprendizagem dos alunos, não seja prejudicada por questões burocráticas que, na verdade, só existem para dar suporte a essa função essencial, que é educar.

Assim ele argumenta, por exemplo, que aquele formalismo incondicional, que leva o professor a recusar o trabalho de um aluno que perdeu o prazo de entrega, mesmo quando o aluno tem uma explicação justa e convincente, esse formalismo insensível é tão negativo, em termos pedagógicos, quanto o seu oposto: o desrespeito do próprio professor pelas regras e pelos critérios que ele mesmo enunciou sobre a entrega dos trabalhos.

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