ENTRETENIMENTO

A história da labradora que foi 'demitida' da CIA por falta de interesse no trabalho

Lulu não nasceu para farejar explosivos.

20/10/2017 11:10 -02 | Atualizado 20/10/2017 11:35 -02

Lulu é uma labradora que foi recrutada pela CIA para farejar explosivos.

Depois de algumas semanas de treinamento, entretanto, ela foi dispensada. O motivo? Lulu não manifestava interesse pela rotina na Agência Central de Inteligência dos EUA.

Nesta quarta-feira (18), a instituição americana usou seu perfil oficial no Twitter para contar a história da filhote e detalhar os motivos pelos quais ela foi exonerada do programa que forma anualmente um grupo conhecido como K-9 Corps.

De acordo com a CIA, após 10 semanas de adestramento e capacitação, os melhores alunos do programa são capazes de farejar 19 mil tipos de cheiros de explosivos.

Na sequência, eles podem auxiliar operações policiais, escolas e outras instituições do governo. Depois de "formados", esses cães trabalham cerca de 60 horas por semana.

Aparentemente, Lulu não nasceu para essa rotina.

"Para os nossos treinadores K-9, é imperativo que os cães gostem do trabalho que eles estão fazendo. Às vezes, mesmo quando um filhote tem bom desempenho e aprende de forma satisfatória como detectar odores de explosivos, ele deixa claro que ser um farejador da K-9 não é uma vida para ele", disse a CIA na rede social.

Esse era exatamente o caso da labradora.

"Lulu não estava interessada em procurar explosivos. Mesmo quando motivada por comida ou brincadeiras, ela claramente não estava se divertindo", afirmou a agência.

Nos tweets seguintes, a agência americana explicou que a dispensa de Lulu levou em conta a questão do bem-estar da cadelinha.

"A principal preocupação de nossos treinadores é a condição física e mental dos nossos cachorros, então eles tomaram a difícil decisão de fazer o que era melhor para Lulu e optaram por tirá-la do programa."

O desfecho da história de Lulu está longe de ser triste.

Ela foi adotada por um de seus treinadores e agora tem uma rotina bem mais divertida na companhia de um novo amigo, um cachorrinho chamado Harry.

"Nós vamos sentir falta de Lulu, mas essa foi a decisão correta para ela. Nós desejamos tudo de melhor em sua nova vida", finalizou a CIA.

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