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A resistência e o direito de existir: As imagens da 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

Evento espalha o colorido da diversidade pela região central da capital paulista neste domingo (18).

18/06/2017 17:28 -03 | Atualizado 18/06/2017 18:12 -03
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"Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todas e todos por um Estado laico" é o lema da Parada LGBT de 2017.

A resistência e o direito de existir.

Com o lema "Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todas e todos por um Estado laico", a 21ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), leva, neste domingo (18), cerca de 3 milhões de pessoas para a Avenida Paulista, em São Paulo, segundo a organização do Evento. A polícia militar ainda não divulgou uma estimativa.

No total, 19 trios elétricos desfilam e espalham o colorido da diversidade em trajeto que começou na Avenida Paulista e desceu pela Rua da Consolação, chegando ao Vale do Anhangabaú.

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O público da Parada é estimado em cerca de 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo.

As cores do arco-irís decoram a Avenida Paulista, em faixas de pedestres, em balões de gás e no Conjunto Nacional, prédio que é um dos símbolos da avenida.

Daniela Mercury, Márcia Freire, ex-vocalista da banda Cheiro de Amor, a cantora amazonense Lorena Simpson, Tâmara Angel, Pabllo Vittar, Anitta, Naiara Azevedo e outros artistas LGBT fazem shows no evento que está previsto para terminar por volta das 18h.

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"Parem de nos matar" é a frase que está escrita no corpo deste jovem que participa da 21 Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

De acordo com informações do G1, a Prefeitura de São Paulo estimou que 20% do público da Parada é composto por turistas. Segundo a administração, cerca de 600 mil pessoas de outras cidades, estados e até países comparecem ao evento e movimentam a economia da cidade em aproximadamente R$ 45 milhões.

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As cores do arco-irís decoram a Avenida Paulista, em faixas de pedestres, em balões de gás e no Conjunto Nacional, prédio que é um dos símbolos da avenida.

A 21ª Parada é organizada pela Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOGLBT/SP) e a Prefeitura de São Paulo.

Os trios elétricos são patrocinados por instituições e empresas que apoiam o movimento LGBT, o combate e o fim da discriminação étnica, por sexo ou gênero.

Aqui estão as imagens da 21ª Parada, que luta à favor de um Estado Laico e por mais direitos:

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    Com o tema “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todas e todos por um Estado laico”, ocorre hoje (18), em São Paulo, a 21ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros), mais conhecida como Parada Gay. A estimativa dos organizadores é que cerca de 3 milhões de pessoas participem do evento.
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    Desde as 10h da manhã, as pessoas começaram a se aglomerar em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), na Avenida Paulista, região central da cidade, onde 19 trios elétricos vão se encontrar para percorrer a avenida em direção à Rua da Consolação.
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    O percurso é de aproximadamente 3,5 quilômetros. De lá, os participantes seguem para o Vale do Anhangabaú, com os shows de encerramento da cantora Tâmara Angel e de artistas LGBT.
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    A 21ª Parada é organizada pela Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOGLBT/SP) e a Prefeitura de São Paulo. 
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    Os trios elétricos são patrocinados por instituições e empresas que apoiam o movimento LGBT, o combate e o fim da discriminação étnica, por sexo ou gênero.
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    Em 2004, quando recebeu 2,5 milhão de participantes, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo foi mencionada pelo Guinness como a maior do mundo. Quatro anos depois, o livro dos recordes retirou o título do evento por conta de divergências nos critérios de contagem da multidão. No entanto, a menção deu ainda mais fama à Parada realizada há duas décadas na capital paulista. Hoje, a mobilização goza de grandeza e prestígio tanto quando os eventos do gênero realizados em Toronto, São Francisco, Nova York e Madri.
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    Instituída oficialmente no calendário da cidade pelo Decreto 57.014/2016, a Parada conta este ano com um investimentos de quase R$ 1,5 milhão da prefeitura de São Paulo, que se responsabiliza pela infraestrutura do evento por meio da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania. O retorno desse investimento é certo. "A parada é, ao lado da Fórmula 1, o maior evento de fluxo turístico da nossa cidade, tem um impacto econômico de grande expressão. Além da causa, contribui para a economia, gerando renda, empregos e imagem internacional", afirma o atual prefeito de São Paulo, João Doria.
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