MULHERES

Advogados de Emma Watson já estão atrás de quem 'hackeou' fotos íntimas da atriz

Porta-voz negou que fotos que foram hackeadas sejam "nudes" da atriz.

16/03/2017 09:12 -03 | Atualizado 16/03/2017 14:44 -03
Neil Hall / Reuters
As fotos foram supostamente compartilhadas na última terça-feira (14) na "deep web"

Emma Watson, protagonista de A Bela e a Fera, está tomando medidas legais depois de ter fotos particulares roubadas e compartilhadas na internet.

Ao jornal The Telegraph, o porta-voz de Watson afirmou que advogados já entraram com ações contra suspeitos do vazamento e negou que as fotos compartilhadas eram "nudes" da atriz.

As fotos mostram Emma experimentando roupas, dois anos atrás.

"Elas não são nudes. As fotos roubadas são de Emma experimentando roupas com um estilista dois anos atrás", comunicou o porta-voz. "Os advogados já foram instruídos e não vamos dar mais informações sobre isso."

Na mesma semana, fotos pessoais da atriz Amanda Seyfried também foram divulgadas em um site. De acordo com o site TMZ, seus advogados já exigiram que as imagens sejam removidas imediatamente. Ainda não se sabe se o vazamento das fotos de Seyfried e de Watson tem relação.

As fotos foram supostamente compartilhadas na última terça-feira (14) na "deep web", área criptografada da internet que usuários utilizam para troca de informações ilegais de forma anônima.

Esta não foi a primeira vez que Emma Watson foi ameaçada com divulgação de fotos pessoais. Em 2014, quando ela começou a falar sobre feminismo, hackers ameaçaram publicar supostos "nudes", mas nenhuma foto foi divulgada.

No mesmo ano, vazaram fotos privadas de Jennifer Lawrence e da cantora Rihanna.

Um ano depois, a Emma Watson comentou o assunto:

"Depois de fazer meu discurso na ONU, foi criado um site ameaçando divulgar fotos em que apareço nua, com uma contagem regressiva. Eu sabia que era mentira, eu sabia que as fotos não existiam. Acho que muita gente próxima a mim sabia que a igualdade de gênero é uma questão, mas não pensava que fosse tão urgente. Que era uma coisa do passado. Elas diziam: 'nós vivemos na Grã-Bretanha! Isso é coisa do passado. Nós estamos bem, não estamos? Nós já fomos muito longe'."

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