ENTRETENIMENTO

Luiz Felipe, do BBB 17, revela ter agredido ex-namorada: 'Puxei ela pelo cabelo no meio da boate'

Caso veio à tona em conversa com Roberta.

14/02/2017 16:26 -02 | Atualizado 14/02/2017 16:45 -02
Reprodução/Twitter
Comerciante de 28 anos revelou episódio de agressão e diz que se arrepende.

Luiz Felipe revelou nesta segunda-feira (13), no BBB 17, ter agredido uma ex-namorada durante uma festa. O caso veio à tona em uma conversa com Roberta, quando os colegas de confinamento especulavam sobre qual prova do dia.

"Queria que fosse de kung fu para eu dar umas porradas na Mama", comentou o comerciante, referindo-se a Ieda, participante com quem não se dá bem na casa.

Após a afirmação, Luiz Felipe explicou que não tinha intenção de agredir a aposentada. ''Eu fiz uma promessa aos 19 anos que nunca mais voltaria a agredir mulheres'', afirmou.

Na sequência, o comerciante de 28 anos confessou ter agredido uma ex-namorada durante uma briga numa balada. "Puxei ela pelo cabelo no meio da boate. Ela começou a se esfregar em um conhecido meu", assumiu.

Roberta alertou o brother dizendo que ele não deveria falar sobre o assunto no programa. Ele rebateu: "Que eu puxei ela pelo cabelo? Eu fiz, mas me arrependo disso. Ela me deu uma garrafada, foi bem feio", finalizou.

Ao jornal O Globo, a irmã de Luiz, Monique, confirmou o caso de agressão:

Sei que ocorreu uma briga dentro de uma boate e os dois se agrediram. Ela jogou uma garrafa nele e ele puxou os cabelos dela. Isto faz muito tempo, quase dez anos. O caso não chegou a ir para polícia e hoje em dia eles até são amigos. Meu irmão se arrepende muito desta atitude.

A revelação de Luiz Felipe repercutiu nas redes sociais. Veja as reações no Twitter:

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Não silencie!

"Foi só um empurrãozinho", "Ele só estava irritado com alguma coisa do trabalho e descontou em mim", "Já levei um tapa, mas faz parte do relacionamento". Você já disse alguma dessas frases ou já ouviu alguma mulher dizer? Por medo ou vergonha, muitas mulheres que sofrem algum tipo de violência, seja física, sexual ou psicológica, continuam caladas.

Desde 2005, a Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180, funciona em todo o Brasil e auxilia mulheres em situação de violência 24 horas por dia, sete dias por semana. O próximo passo é procurar uma Delegacia da Mulher ou Delegacia de Defesa da Mulher. O Instituto Patrícia Galvão, referência na defesa da mulher, tem uma página completa com endereços no Brasil. Clique aqui.

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