ENTRETENIMENTO

9 políticos que ficaram muito fofos e mágicos com o app que transforma selfies em animes

23/01/2017 19:11 -02 | Atualizado 23/01/2017 19:11 -02

Existe um aplicativo chamado Meitu que promete editar as selfies e deixá-las mágicas, fofas e iguaizinhas a um personagem de anime.

Ele já existe há alguns anos e é muito popular na China e em outros países da Ásia, mas foi redescoberto recentemente pelos norte-americanos e agora virou mania entre os brasileiros.

Você provavelmente deve estar vendo fotos como estas se espalhando pelas redes sociais:


O que ele pode fazer?

Aqui está um exemplo:

E mais um:

Recentemente, em uma reportagem do The New York Times foi revelado que a empresa chinesa por trás do aplicativo está valendo cerca de 5 bilhões de dólares.

O app já teve mais de 10 milhões de downloads no Google Play e também está entre os mais baixados no iOS. Além das opções de anime, há outras como “Mermaid” (sereia) e “Happy New Year” (em comemoração ao ano novo chinês). E parece que uma das brincadeiras que os usuários mais gostam de fazer não é transformar a própria selfie, mas sim fotos de celebridades e de políticos.


Eis aqui a lista de políticos (incluindo brasileiros) que já tiveram fotos transformadas em algo mágico e fofo:

1. Michel Temer muito fofíneo

2. Silas Malafaia fofíneo igualmente:

3. Obama muito que bem de sombra e delineador:

4. O que dizer de Donald Trump?

5. Fica tão bom que até tem mais um:

6. Aqui temos uma Hillary Clinton muito feliz:

7. E um Bernie Sanders com a pele muito boa:

8. Theresa May encantada com bolhinhas de sabão:

9. Vladimir Putin não poderia ficar de fora:

E um BÔNUS de Rainha Elizabeth, entre Boris Johnson e outros:

ALERTA:

Mas parece que a diversão não sai tão barato assim. Segundo o site Olhar Digital, antes de baixar o aplicativo é preciso pensar muito bem já que ele pede quase todas as permissões que o celular é capaz de dar: de acesso à câmera, localização e até armazenamento e acesso à internet.

O aplicativo solicita informações sobre o celular (incluindo a identidade do aparelho com IMEI e endereço MAC), acesso completo à rede, a capacidade de alterar configurações e a possibilidade de ser iniciado automaticamente quando o celular é ligado. A empresa dona do aplicativo, que leva o mesmo nome, diz que todas essas permissões seriam necessárias pelo fato de que não há App Store ou Google Play na China.

Mas o que a empresa faz com esses dados, afinal? Uma possibilidade, segundo o site TechnoBlog, é a venda de informações para companhias que elaboram estratégias de publicidade segmentadas.

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