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Alvo de Operação da PF, Malafaia dispara no Twitter contra condução coercitiva

16/12/2016 13:05 -02 | Atualizado 16/12/2016 13:05 -02
Montagem / Twitter / Lula Marques AGPT

Alvo da a Operação Timóteo, da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (16), o pastor evangélico Silas Malafaia criticou a condução coercitiva nesta manhã. A polícia investiga se Malafaia teria cedido contas bancárias da Assembleia de Deus para ocultar a origem de dinheiro ilícito

A investigação apura um esquema de corrupção que fraudava os valores de royalties de mineração devidos por mineradoras a municípios, com a Vale entre as empresas prejudicadas.

Malafaia disse que recebeu uma oferta de R$ 100 mil de um membro da Igreja de um amigo, chamado Pastor Michael Abud. "Não sei e não conheço o que ele faz", afirmou. De acordo com o pastor, o cheque foi depositado em conta. Ele disse ainda que "declara no imposto de renda tudo que recebe".

De acordo com a Polícia Federal, além das buscas, 300 policiais federais também cumprem, por determinação da Justiça Federal, 29 conduções coercitivas, quatro mandados de prisão preventiva, doze mandados de prisão temporária, sequestro de três imóveis e bloqueio judicial de valores depositados que podem alcançar 70 milhões de reais.

O pastor chegou a postar um vídeo em que se diz indignado. "Por que não recebi uma intimiação? Condução coercitiva como se eu fosse bandido?", questionou.

A reação de Malafaia não passou desapercebida no Twitter. Estas foram as melhores respostas:

Também teve gente comemorando a investigação da PF.

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