ENTRETENIMENTO

Academia anuncia lista com os 84 concorrentes de 'Pequeno Segredo' na corrida do Oscar

12/10/2016 20:34 BRT | Atualizado 12/10/2016 20:34 BRT
Divulgação

Dias atrás, Pequeno Segredo foi anunciado como a aposta do Brasil na corrida por uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

A escolha do longa de David Schurmann causou polêmica no meio cinematográfico. Muitos cineastas acreditavam que Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, era o candidato natural - tendo em vista a repercussão do longa no Brasil e no exterior.

Houve acusações de que a decisão da comissão especial (instituída pelo Ministério da Cultura) de manipulação política, uma vez que diretor e elenco de Aquarius protestaram contra o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no tapete vermelho de Cannes.

Polêmicas à parte, você acompanhou aqui no HuffPost Brasil que Pequeno Segredo conta uma boa história, pecando apenas por exigir emoção do espectador.

Nesta quarta-feira (12), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela organização do Oscar, anunciou nesta a lista com os filmes inscritos na categoria de melhor filme estrangeiro de 2017.

Dos 85 concorrentes de todo o mundo serão escolhidos cinco. Será que Pequeno Segredo passará por esta peneira? A resposta para essa pergunta será dada dia 24 de janeiro do ano que vem.

Conheça a lista completa de inscritos:

África do Sul, “Call me thief”, de Daryne Joshua;

Albânia, "Chromium", de Bujar Alimani;

Alemanha, “Toni Erdmann”, de Maren Ade;

Arábia Saudita, “Barakah meets Barakah”, de Mahmoud Sabbagh;

Argélia, "The well", de Lotfi Bouchouchi;

Argentina, "El ciudadano ilustre" de Mariano Cohn e Gastón Duprat;

Austrália, "Tanna", de Bentley Dean e Martin Butler;

Áustria, "Stefan Zweig: Farewell to Europe", de Maria Schrader;

Bangladesh, "The unnamed", de Tauquir Ahmed;

Bélgica, “The Ardennes”, de Robin Pront;

Bolívia, “Sealed cargo”, de Julia Vargas Weise;

Bósnia e Herzegovina, “Death in Sarajevo”, de Danis Tanovic;

Brasil, “Pequeno segredo”, de David Schurmann;

Bulgária, “Losers”, de Ivaylo Hristov;

Camboja, “Before the fall,” de Ian White;

Canadá, “It’s only the end of the world”, de Xavier Dolan;

Cazaquistão, “Amanat”, de Satybaldy Narymbetov;

Chile, “Neruda”, de Pablo Larraín;

China, “Xuan Zang”, de Huo Jianqi;

Colômbia, “Alias María”, de José Luis Rugeles;

Coreia do Sul, “The age of shadows”, de Kim Jee-woon;

Costa Rica, “Entonces nosotros”, de Hernán Jiménez;

Croácia, “On the other side” de Zrinko Ogresta;

Cuba, “El acompañante”, de Pavel Giroud;

República Tcheca, “Lost in Munich”, de Petr Zelenka;

Dinamarca, “Terra de minas”, de Martin Zandvliet;

Equador, “Sin muertos no hay carnaval”, de Sebastián Cordero;

Egito, “Clash”, de Mohamed Diab;

Eslováquia, “Eva Nová”, de Marko Skop;

Eslovênia, “Houston, we have a problem!”, de Žiga Virc;

Espanha, “Julieta”, de Pedro Almodóvar;

Estônia, “Mother”, de Kadri Kõusaar;

Filipinas, “Ma’ Rosa”, de Brillante Ma Mendoza;

Finlândia, “The happiest day in the life of Olli Mäki”, de Juho Kuosmanen;

França, “Elle”, de Paul Verhoeven;

Geórgia, “House of others”, de Rusudan Glurjidze;

Grécia, “Chevalier”, de Athina Rachel Tsangari;

Holanda, “Tonio”, de Paula van der Oest;

Hong Kong, “Port of call”, de Philip Yung;

Hungria, “Kills on wheels”, de Attila Till;

Iêmen, “I am Nojoom, age 10 and divorced", de Khadija Al-Salami;

Islândia, “Sparrows”, de Rúnar Rúnarsson;

Índia, “Interrogation”, de Vetri Maaran;

Indonésia, “Letters from Prague”, de Angga Dwimas Sasongko;

Irã, “The salesman”, de Asghar Farhadi;

Iraque, “El Clásico”, de Halkawt Mustafa;

Israel, “Sand storm”, de Elite Zexer;

Itália, “Fogo no mar”, de Gianfranco Rosi;

Japão, “Nagasaki: Memories of my son”, de Yoji Yamada;

Jordânia, “3000 nights”, de Mai Masri;

Kosovo, “Home sweet home”, de Faton Bajraktari;

Letônia, “Dawn”, de Laila Pakalnina;

Líbano, “Very big shot”, de Mir-Jean Bou Chaaya;

Lituânia, “Seneca’s day”, de Kristijonas Vildziunas;

Luxemburgo, “Voices from Chernobyl”, de Pol Cruchten;

Macedônia, “The liberation of Skopje”, de Rade Šerbedžija e Danilo Šerbedžija;

Malásia, “Beautiful Pain”, de Tunku Mona Riza;

México, “Desierto”, de Jonás Cuarón;

Montenegro, “The black pin”, de Ivan Marinović;

Marrocos, “A mile in my shoes”, de Said Khallaf;

Nepal, “The black hen”, de Min Bahadur Bham;

Nova Zelândia, “A flickering truth”, de Pietra Brettkelly;

Noruega, “The King’s choice”, de Erik Poppe;

Paquistão, “Mah-e-Mir”, de Anjum Shahzad;

Palestina, “The idol”, de Hany Abu-Assad;

Panamá, “Salsipuedes”, de Ricardo Aguilar Navarro e Manolito Rodríguez;

Peru, “Videophilia (and other viral syndromes)”, de Juan Daniel F. Molero;

Polônia, “Afterimage”, de Andrzej Wajda;

Portugal, “Cartas da guerra”, de Ivo M. Ferreira;

Quirguistão, “A father’s will”, de Bakyt Mukul e Dastan Zhapar Uulu;

Reino Unido, “Under the shadow”, de Babak Anvari;

República Dominicana, “Sugar fields”, de Fernando Báez;

Romênia, “Sieranevada”, de Cristi Puiu;

Rússia, “Paradise”, de Andrei Konchalovsky;

Sérvia, “Train driver’s diary”, de Milos Radovic;

Singapura, “Apprentice”, de Boo Junfeng;

Suécia, “A man called Ove”, de Hannes Holm;

Suíça, “My life as a zucchini”, de Claude Barras;

Taiwan, “Hang in there, kids!”, de Laha Mebow;

Tailândia, “Karma”, de Kanittha Kwunyoo;

Turquia, “Cold of Kalandar”, de Mustafa Kara;

Ucrânia, “Ukrainian sheriffs”, de Roman Bondarchuk;

Uruguai, “Migas de pan”, de Manane Rodríguez;

Venezuela, “De longe te observo”, de Lorenzo Vigas;

Vietnã, “Yellow flowers on the green grass”, de Victor Vu.

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