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Gilmar Mendes ironiza pedido de impeachment contra ele: 'achei engraçado'

19/09/2016 20:35 BRT | Atualizado 19/09/2016 20:35 BRT
EVARISTO SA via Getty Images
Brazilian Supreme Court Minister Gilmar Mendes during the session on the case of Italian Cesare Battisti in Brasilia, on June 8, 2011.Thirty years after fleeing Italy, former far-left militant Cesare Battisti will likely find out Wednesday whether he will be extradited to his native country on murder charges or remain in Brazil, perhaps as a free man. Italy wants Brazil to extradite Battisti, convicted in an Italian court in 1993 for the murders of four people in the 1970s when he was a member of the radical Armed Proletarians for Communism (PAC) group. AFP PHOTO/Evaristo SA (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ironizou o pedido de impeachment feito contra ele e os autores da peça.

"Acho engraçado. É um consórcio de 'famosos, quem?, daqueles que já foram e nunca serão. Se vocês olharem, é Fábio Konder Comparato, que é um banqueiro travestido de socialista. Nosso Celso Bandeira de Mello, que é um latifundiário travestido de socialista, e outros 'famosos quem’”, disse em um debate sobre parlamentarismo, na Fecomércio, centro de São Paulo, segundo O Globo.

Mendes também criticou o sistema político atual e a afirmou que há necessidade de uma reforma política

"Estamos com 29 partidos, gastando fundo partidário com partidos que não têm representatividade no Congresso Nacional. Tem partidos que recebem R$ 500, R$ 600 por mês e que já compraram dois helicópteros com fundo partidário. Essas distorções indicam que apreciamos mudar”, disse.

Entre os problemas, ele citou a doação pessoal: "Descobrimos mortos doando, receptores de bolsa família. Mas só vamos saber o resultado disso no final".

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