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PGR pede ao STF para investigar Feliciano por abuso sexual

25/08/2016 19:15 BRT | Atualizado 25/08/2016 19:15 BRT
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EVARISTO SA via Getty Images
TO GO WITH AFP STORY Evangelical minister and president of the House of Deputies' commission of human rights and minorities, Marco Feliciano, prays during a gathering of the Assembly of God church, in Goiania, Goias State, Brazil, on May 19, 2013. Feliciano's election is seen as a sign of the growing influence of evangelicals in Congress, where they have 67 deputies ot of a total 513, and in Brazilian politics in general. Evangelicals count 565 million adherents and represent more than one-fourth of the world's Christians, according to French researcher Sebastien Fath. AFP PHOTO / Evaristo SA (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por queixa de abuso sexual apresentada pela estudante Patrícia Lellis, de 22 anos.

Cabe ao presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski, determinar sorteio do processo a um dos magistrados.

De acordo com relato de Lélis, o parlamentar a assediou em 15 de junho, no apartamento funcional do parlamentar, em Brasília. Ele nega as acusações.

A estudante foi diagnosticada com transtorno de personalidade que faz com que minta compulsivamente, chamado de "mitomania". O laudo psicológico foi divulgado na última sexta-feira (19) pela Polícia Civil de São Paulo.

Lélis foi indiciada por denúncia caluniosa e extorsão após acusar o chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer, de tentar acobertar o caso.

Um vídeo sob análise da Polícia, onde a denúncia contra Bauer foi registrada, mostra os dois conversando sobre um pagamento de R$ 50 mil à jovem. Lélis acusa Bauer de mantê-la em cárcere privado e de forçá-la a gravar vídeos negando que o parlamentar tenha tentado violentá-la. Na interpretação da polícia, porém, partiu da estudante pedir o dinheiro.

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