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'Boatos são boatos', diz Feliciano após indiciamento da jovem que o acusou de estupro

18/08/2016 23:17 BRT | Atualizado 18/08/2016 23:17 BRT
EVARISTO SA via Getty Images
TO GO WITH AFP STORY Evangelical minister and president of the House of Deputies' commission of human rights and minorities, Marco Feliciano, prays during a gathering of the Assembly of God church, in Goiania, Goias State, Brazil, on May 19, 2013. Feliciano's election is seen as a sign of the growing influence of evangelicals in Congress, where they have 67 deputies ot of a total 513, and in Brazilian politics in general. Evangelicals count 565 million adherents and represent more than one-fourth of the world's Christians, according to French researcher Sebastien Fath. AFP PHOTO / Evaristo SA (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

O deputado federal Marco Feliciano (PSC) se manifestou após a polícia confirmar o indiciamento da estudante de jornalismo Patrícia Lélis, de 22 anos, que acusa o pastor de tentativa de estupro. A Polícia Civil de São Paulo confirmou que a jovem foi indiciada por extorsão e falsa comunicação do crime.

Em nota, a assessoria do deputado reafirma a "plena confiança na lisura das instituições públicas e da Justiça de nosso país". Feliciano também diz que a história nunca passou de boatos. "Boatos são boatos e nunca serão verdades. Seguimos confiante até o término das investigações", disse.

Um vídeo sob análise da Polícia, onde a denúncia contra Bauer foi registrada, mostra os dois conversando sobre um pagamento de R$ 50 mil à jovem. Lélis acusa Bauer de mantê-la em cárcere privado e de forçá-la a gravar vídeos negando que Feliciano tenha tentado violentá-la.

Na interpretação da polícia, partiu da estudante pedir o dinheiro. "Tem interesse dos dois, mas na gravação ela pede dinheiro", afirmou o delegado Luís Roberto Hellmeister, do 3º DP (Campos Elíseos).

O advogado de Patrícia Lélis, José Carlos Carvalho, afirmou que a jovem não recebeu valores de Bauer e que os vídeos em que nega os crimes de Feliciano foram gravados sob ameaça e em cárcere privado. A defesa, no entando, não comentou o indiciamento da polícia.