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O poder do esporte: 200 mil refugiados vão assistir às Olimpíadas no Quênia

09/08/2016 15:15 -03 | Atualizado 09/08/2016 15:15 -03
Reprodução/Facebook/FilmAid

A cada quatro anos, o mundo para para assistir aos Jogos Olímpicos. O evento costuma ser transmitido para bilhões de pessoas.

E por meio de uma parceria entre o Comitê Olímpico Internacional e a FilmAid, uma organização governamental que ajuda refugiados, as imagens do maior evento esportivo do planeta serão também transmitidas no maior campos de refugiado do mundo, no Quênia.

Cinco dos dez atletas da Equipe Olímpica de Atletas Refugiados vêm do campo de Kakuma, inclusive Rose Nathike Lokonyen, que compete no atletismo e foi porta-bandeira da equipe.

Cerca de 200 mil pessoas tiveram a oportunidade de assistir à abertura e poderão acompanhar a transmissão dos jogos ao vivo no campo e, é claro, torcer!

De acordo com o Huffington Post, a maioria dos refugiados de Kakuma veio do Sudão do Sul. E a população do campo - em operação desde 1992 - continua crescendo. Em junho deste ano, o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR) anunciou que vai expandir as instalações do campo, por conta da superlotação do local.

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