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Terremotos no Japão deixam dezenas de mortos e chuva deve complicar resgate de feridos

16/04/2016 12:17 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
STR via Getty Images
The aerial view shows a collapsed road after an earthquake in Minami-Aso, Kumamoto prefecture on April 16, 2016. A powerful 7.0 magnitude earthquake hit southern Japan early April 16, the US Geological Survey said, a day after another powerful tremor killed at least nine people in the same area. / AFP / JIJI PRESS / STR / Japan OUT (Photo credit should read STR/AFP/Getty Images)

Dois fortes terremotos atingiram a região sudoeste do Japão e as autoridades estão preocupadas com os desastres secundários que podem ser provocados pelas chuvas e ventos previstos para a região, prejudicando o resgate das vítimas.

Pelo menos 32 pessoas morreram e cerca de 1.500 ficaram feridas. Deslizamentos de terra foram registrados, com bloqueio de estradas e destruição de pontes.

Na madrugada de sábado (16), um tremor de 7,3 graus atingiu a região de Kumamoto, na ilha de Kyushu, deixando ao menos 22 mortos.

O primeiro terremoto, de 6,5 graus, atingiu o local na noite de quinta-feira (14), matando dez pessoas.

Forças do exército e outras equipes de resgate trabalham neste sábado na tentativa de encontrar sobreviventes nos escombros após dois fortes terremotos atingirem a região sudoeste do Japão.

Segundo a mídia local, quase 200 mil domicílios estão sem energia elétrica e os sistemas de distribuição de água potável também falharam na região. Há pelo menos 184 pessoas gravemente feridas e cerca de 91 mil habitantes tiveram de deixar suas casas.

De acordo com a televisão pública japonesa NHK, o sismo deste sábado, que continua a ter réplicas, também afetou os transportes. Os voos previstos para hoje com partida ou chegada do aeroporto de Kumamoto foram todos cancelados e o serviço de comboios de alta velocidade ('Shinkansen') em Kyushu suspenso por causa das estradas danificadas em muitas zonas.

Localizado na junção de quatro placas tectónicas, o Japão sofre anualmente cerca de 20% dos terramotos mais fortes registados no mundo.

Com informações do Estadão Conteúdo e da Agência Brasil

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