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Transfobia: Universitário trans relata episódio de 'estupro corretivo'

24/03/2016 15:22 -03 | Atualizado 26/01/2017 22:52 -02
Arte/Tainá Ceccato

Aos 28 anos, Rafael Martins trabalha no Centro de Referência e Diversidade (CRD) de São Paulo, atendendo homens e mulheres, profissionais do sexo, gays, travestis, transexuais e portadores de HIV/aids em situação de vulnerabilidade e risco social.

Ele sempre soube que não pertencia ao seu gênero biológico. O maior entrave para a sua transformação era a falta de informação, que foi superada pelo contato diário com o centro.

No vídeo abaixo, ele relata como foi vítima de um "estupro corretivo", uma manifestação transfóbica de um taxista.

No dia a dia, Rafael também enfrenta a discriminação de instituições. Até agora o seu nome social não foi aceito na secretaria da faculdade particular onde estuda.

Ele conta que, ao levar sua documentação no local, foi tratado de forma agressiva. É uma indicação de que as empresas têm muito a aprender no respeito às diferenças.

Assista ao depoimento:

Como a LGBTfobia se esconde no Brasil

Texto: Lucas Baptista

Reportagem: Lynn Court

Identidade visual, ilustrações e infografia: Tainá Ceccato

Edição: Diego Iraheta

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