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No Carnaval, todo mundo pode ser criança. Que bom!

06/02/2016 01:49 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
El Coleccionista de Instantes/Flickr
Ver el video de las imagenes del concurso aqui : www.youtube.com/watch?v=M8KGP3H8Q6U elcoleccionistadeinstantes.blogspot.com/ Los más pequeños de la casa se han hecho dueños hoy domingo 27 de febrero del Carnaval de Las Palmas de Gran Canaria. Más de cinco mil personas han ocupado el aforo del recinto de las fiestas llenando de color el templo sumergido de las culturas del escenario de las carnestolendas 2011. Simpatía, originalidad, diversión y ritmo ha acompañado una soleada mañana en la que no han faltado los personajes de los dibujos animados, además de medusas, pulpos, sirenas, caracolas, algas, gaviotas, burgaos, estrellas de mar, surferos y hawaianas, entre otros. El concurso de disfraces infantiles del Carnaval que se ha desarrollado durante algo más de dos horas y media ha contado con 6 participantes en la categoría individual; 3 parejas y 23 grupos. Los concursantes, los más pequeños con sólo tres años, han desfilado, bailado y cantado con mucha soltura derrochando simpatía en el escenario. Al final el jurado decidió otorgar los siguientes premios: Primer Premio categoría individual. De 3 a 6 años: Winema González Méndez con la fantasía El mágico mundo del mar, un diseño de Yessica Méndez Tejera. Primer premio categoría individual. De 7 a 11 años: Andrea Encinoso , con el diseño de Manuel Encinoso Pérez y Begoña Pérez, patrocinado por Centro de Ocio y Parque de Atracciones Holiday World. Primer premio categoría individual. De 12 a 15 años: Cristian Serrano Romero con la fantasía Historia de un surfero en peligro, diseñado por Cristian Serrano, representando a Peluquería Mari. Categoría grupos: - Primer premio: Las Divi Peques con Marionetas en el mar, diseño de Dulce Ortega - Segundo premio: ¡¡¡Ummm, que dulce!!!!! del grupo Colegio las Mesas y Asociación de Vecinos Casablanca III. Diseñado por Jeanete Dorta y Fabiola Hernández - Tercer premio: El mar y las culturas del grupo Silvia Barrera, diseñado por Silvia Barrera. Fuentes blog.lpacarnaval.com/

O Carnaval é aquela exclusiva época do ano em que a simpática figura fantasiada de dinossauro Barney e o gerente ranzinza do seu banco coincidem. O Batman já lhe vendeu um pastel na feira, a sereia lhe dá aulas de inglês corporativo e o Asterix te recebe anualmente para um check-up no coração.

Quem você vê diariamente fantasiado de ser humano normal aparece em uns costumes divertidos e até bestas.

É a época do calendário em que o brincar e o infantil retornam à disputadíssima rotina dos adultos.

É o intervalo da notícia ruim, o aval coletivo e institucionalizado para a leveza desmedida e para o humor.

E por resgatar, mesmo que temporariamente, a riqueza das brincadeiras e do lúdico que um dia já foi imperativo nas nossas vidas de joelhinho ralado e bonecas descabeladas, o Carnaval nos dá algumas lições sobre a importância da brincadeira:

1. O brincar deveria nos acompanhar do dente de leite à dentadura

Por algum motivo, brincar se tornou brega, vergonhoso ou negativamente infantil na fase adulta. Crescemos e nosso tempo livre fica cada vez mais escasso, ainda mais em uma sociedade capitalista que atribui grande importância à atividade profissional. Se incorporássemos as brincadeiras no casamento, nas relações de amizade, no trabalho ou na educação formal, a seriedade seria reservada para casos que realmente requerem uma postura mais austera, como uma decisão judicial, uma pesquisa minuciosa ou a resolução de um conflito. E por mais que o senso comum separe crianças de adultos por compromissos, deveres e responsabilidades (tudo coisa séria), sabemos que esse papo não significa maturidade.

2. Não estamos nos divertindo

A brincadeira é importante para simplificar convivências e tarefas diárias. Do contrário, acabamos não nos divertindo e nos resumindo a nossas longas agendas de compromissos. “Começamos a nos armadilhar em jogos cada vez mais complicados porque nos falta ludicidade ao lidar com os momentos mais simples e cotidianos”, reflete Gustavo Gitti, professor de TaKeTiNa (florescimento humano pelo ritmo), na Vida Simples.

3. A brincadeira nos permite sonhar

O adulto que se permite brincar reavive a criança que existe em nós e ainda beneficia a própria saúde, pois estimula o funcionamento psíquico e mental. É o que explicou a psicanalista e psicóloga Maria Bernadette Biaggi ao Estado de Minas:

“Essa função está ligada à capacidade de imaginar. É tão importante para o equilíbrio psíquico que a própria natureza nos presenteou com funções biológicas como o sonhar e o imaginar, para treinarmos uma ação e para nos prepararmos para o momento seguinte. Essas são situações em que brincamos livremente e sem censura, como no sonho noturno. O próprio lobo frontal, responsável pela discriminação, pela crítica, fica hipoativado no sonho para que possamos relaxadamente brincar com as nossas emoções e organizá-las para serem usadas ao acordar.”

4. Brincar ajuda a aliviar o sofrimento

Na mesma entrevista ao Estado de Minas, Biaggi explica que o brincar possibilita organizar nosso mundo externo e interno, uma vez que, em estados de sofrimento e dor mental, o sujeito tende a criar apenas uma hipótese e, assim, não encontra saída para os desafios da vida.

“As hipóteses abrem a mente para novas possibilidades e desenvolvem a capacidade de adiar e ter esperança em ver novamente as cores do arco-íris. O espirito lúdico é um organizador psíquico.”

5. A brincadeira é um remédio de tarja branca

Enquanto a tarja preta é valorizada por nossa sociedade nos dias de hoje, a Tarja Branca, proposta pelo cineasta Cacau Rhoden, é gratuita e está em risco. A tarja branca, no caso, é o poderoso remédio obtido do brincar. O documentário, lançado em 2014, defende com veemência a recuperação das brincadeiras em oposição ao estresse, às cobranças e à exigência de produtividade.



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