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Convidado por Dilma, Wagner Moura pode fazer parte de 'Conselhão' para resolver crise

21/01/2016 12:11 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
Bloomberg via Getty Images
Actor Wagner Moura smiles during an event at the 2016 Consumer Electronics Show (CES) in Las Vegas, Nevada, U.S., on Wednesday, Jan. 6, 2016. CES is expected to bring a range of announcements from major names in tech showcasing new developments in virtual reality, self-driving cars, drones, wearables, and the Internet of Things. Photographer: David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images

Mundialmente conhecido por interpretar papéis marcantes no cinema, novelas e na Netflix, o ator Wagner Moura agora pode se tornar o mais novo integrante do "Conselhão", o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social.

De acordo com o site G1 e o site do jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner convidou o ator, em nome da presidente Dilma Rousseff, para fazer parte do Conselho.

Segundo o G1, o Moura é visto pelo governo como uma pessoa com "importante trabalho na sociedade" e que ele pode "contribuir com propostas" para o conselho. Além de ator, Wagner Moura é embaixador mundial da OIT (Organização do Trabalho) para a luta contra o trabalho escravo.

Em gravação para a segunda temporada da série "Narcos", da Netflix, o ator ainda não confirmou sua presença no conselho, nem poderá comparecer à primeira reunião, marcada para o dia 28 de janeiro, de acordo com a Folha.

Mas, segundo a assessoria de imprensa dele, Moura está disposto a participar dos próximos encontros, caso não haja compromisso de trabalho agendado para as datas.

Além do ator, foram convidados para o Conselhão os banqueiros Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, Roberto Setubal, do Itaú, o neurocientista Miguel Nicolelis, o Abílio Diniz, da BRF, Luiza Trajano, do Magazine Luiza, Jorge Paulo Lemann, da AmBev, entre outros.

Criado em 2003 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Conselhão tem como objetivo discutir medidas econômicas para ajudar o governo a superar quadro de recessão.

Além de Dilma Rousseff e do ministro da Casa Civil, vão participar 45 empresários, 20 representantes dos trabalhadores e 25 integrantes da sociedade civil, segundo o jornal O Globo.

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