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Quebra de sigilos bancários e fiscal de Eduardo Cunha é autorizada pelo STF, diz jornal

08/01/2016 09:48 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:53 -02
Reprodução/Facebook

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da sua mulher, Cláudia Cruz, e de uma de suas filhas, Danielle Dytz da Cunha. A informação foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (8).

O pedido de quebra foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A análise do período entre 2005 e 2014 contém ainda três empresas ligadas à família Cunha. É mais uma iniciativa das investigações em torno do patrimônio e dos bens do presidente da Câmara e seus parentes, já declarados pela Receita Federal como ‘incompatíveis com os rendimentos’.

De acordo com a PGR, empresas do peemedebista – Jesus.com, C3 Produções e Rádio Satélite – podem ter recebido recursos das contas que Cunha mantém na Suíça. Essas contas, por sua vez, teria sido abastecidos com recursos de propina que Cunha teria recebido por contratos da Petrobras – o que colocou o deputado no radar da Operação Lava Jato.

Em sua defesa, Cunha nega qualquer irregularidade e coloca os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, como uma ‘atuação política’.

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