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10/12/2015 17:24 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:40 -02

Um dos principais responsáveis pelo genocídio de Ruanda, Ladislas Ntaganzwa é preso no Congo

Um dos últimos suspeitos de envolvimento no genocídio de Ruanda, em 1994, foi preso nesta semana na República Democrática do Congo, segundo informações da ONU.

Ladislas Ntaganzwa, 53, é acusado de organizar estupros em massa e o massacre de milhares de pessoas. Segundo a BBC, os Estados Unidos lançaram uma campanha oferecendo US$ 5 milhões (R$ 19 milhões) de recompensa por sua prisão, classificando Ntaganzwa como "um dos principais instigadores do genocídio".

Ele enfrenta acusações de genocídio e crimes contra a humanidade e deve ser julgado em Ruanda. Cerca de 800 mil pessoas, a maioria membro da minoria Tutsi foram mortas durante cem dias de violência em 1994. A maioria dos crimes foi cometida pela maioria étnica Hutus, que também mataram Hutus moderados.

Ntaganzwa, que foi prefeito de Butare, também é acusado de proferir discursos estimulando a eliminação dos Tutsis que viviam na região e de facilitar o assassinato de refugiados da etnia.

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