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04/12/2015 09:19 -02 | Atualizado 26/01/2017 22:38 -02

Popularidade de Geraldo Alckmin é a pior da história após #OcupaEscola e crise da água, aponta Datafolha (PESQUISA)

Montagem/Estadão Conteúdo

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) teve a sua pior avaliação dentre todas as suas gestões à frente do Palácio dos Bandeirantes. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (4) pelo jornal Folha de S. Paulo, o tucano tem uma gestão considerada boa ou ótima por apenas 28% dos paulistas.

Veja a avaliação:

- Ótimo/bom: 28%

- Regular: 40%

- Ruim/péssimo: 30%

- Não sabe/não respondeu: 2%

A taxa de aprovação de Alckmin neste levantamento, feito no fim de novembro, é a pior em uma série de 29 pesquisas sobre gestões do governador no Estado, desde 2001. De acordo com o Datafolha, há pouco mais de um ano o tucano tinha 48% de aprovação da população, que considerava o governo bom ou ótimo. Foi logo após ele ser reeleito no primeiro turno.

Na mesma época, aqueles que consideravam a gestão Alckmin ruim ou péssima não ultrapassavam os 17% - agora são 30%, número recorde em todas as pesquisas feitas pelo instituto enquanto o tucano ocupou o cargo.

O levantamento vem depois do agravamento dos protestos contra o plano de reorganização e fechamento das escolas do Estado, associado à crise da água que ainda causa transtornos em diversas regiões de São Paulo.

Em relação específica aos dois temas, os números de Alckmin são ruins. De cada seis eleitores, seis (61%) são contra as mudanças promovidas pelo governo no ensino estadual, enquanto três (29%) são favoráveis. A discordância chega a 69% entre os mais jovens, de acordo com o Datafolha. O apoio popular aos protestos chega a 55%, ante 40% que discordam das ocupações.

Já 33% dos entrevistados sofreu em algum momento em novembro com a falta de água no Estado – tomando apenas as cidades da Grande SP, o número sobe para 55% de pessoas afetadas pela crise hídrica. A cada dez paulistas, oito dizem acreditar que Alckmin só divulga as informações que lhe interessam acerca da falta de água.

A pesquisa foi realizada com 1.350 eleitores, entre os dias 25 e 26 de novembro, em 47 cidades de São Paulo. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

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