COMPORTAMENTO
09/11/2015 19:21 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02

Por que as mulheres mentem sobre o número de caras com quem já transaram

Bruno Bayley


Tem duas perguntas que hoje me recuso a responder: 1. quantas aulas de autoescola tive de fazer; e 2. com quantos caras já transei. Em se tratando de dirigir, vamos dizer que aprendo devagar. No entanto, falando de sexo, prefiro não fazer as contas.

Primeiro, fazer uma lista não faz sentido lógico. Como posso reduzir um namorado de muitos anos a outro nome da lista ao lado de um erro de julgamento de quem nem lembro a cara? E meu primeiro amor, Alessandro, o irmão mais velho da minha amiga por correspondência, que me levou para passear de scooter pela costa da Sicília quando eu tinha 15 anos? Ele mexeu com a minha cabeça adolescente e nunca vou esquecê-lo, mas não transamos. Ele não conta?

Fora isso, mesmo se tivesse um número vago na cabeça, eu sempre diria um número menor – e, segundo estudos, não sou a única. Uma pesquisa do Instituto Francês de Opinião Pública descobriu que, em média, os franceses dizem que tiveram 9,9 parceiros sexuais (13,1 para homens e 6,9 para mulheres). E, mesmo que esse número varie dependendo da classe social e da idade das pessoas entrevistadas (jovens urbanos, por exemplo, estão bem acima da média nacional), os resultados mostram um tema em comum: homens sempre contam que tiveram mais parceiras sexuais que as mulheres.

No Reino Unido, uma pesquisa do jornal estudantil The Tab mostrou um padrão similar. Cerca de 20% das mulheres entrevistadas baixavam o número de parceiros que diziam ter tido; nos homens, esse índice ficou em 10%. Em contraste, apenas 5% das estudantes admitiam aumentar seu número, comparado com 12% dos homens.

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