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Ciro Gomes e Cristovam Buarque disputam pelo PDT candidatura a presidente em 2018

05/11/2015 16:53 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
Montagem/Estadão Conteúdo

Com o discurso declarado de que vai lançar candidato próprio para disputar a presidência em 2018, o PDT ainda apresentava dúvidas sobre os principais nomes.

Inicialmente, o ex-ministro da Integração de Lula, Ciro Gomes, recentemente filiado ao partido, parecia liderar sozinho a disputa interna, entretanto, as apostas começaram a mudar e outro ex-ministro de Lula, o senador Cristovam Buarque (DF) entrou na corrida pelo posto.

Em setembro, o líder do PDT, André Figueiredo (CE) confirmou a estratégia do partido, mas negou Ciro ou Cid Gomes, ex-ministro da Educação de Dilma, seriam os presidenciáveis. “Não houve condicionante”, disse Figueiredo sobre a filiação dor irmãos Gomes.

Os dois deixaram o Pros e se filiaram ao PDT em setembro deste ano. Na ocasião, Figueiredo disse que procurava lideranças de todo País.

"Nós esperamos, com isso, abrir mais espaço ainda, para que possamos, com essas pessoas e com muitas outras que podem vir pra dentro desse projeto, a gente começar a visualizar algo para 2018”, disse ao Valor.

Cristovam já foi candidato pelo PDT à presidência em 2006. Ele ficou em quarto lugar, com 2,6% dos votos válidos, atrás de Lula (PT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Heloísa Helena (PSol).

Ex-petista, Cristovam se filiou ao PDT em 2005. Na época, ele afirmou que não saiu do PT, “foi o PT que saiu de mim”. "O partido é de gente honesta, mas acomodada. A corrupção é de alguns petistas”, emendou, na época em que o escândalo do Mensalão foi denunciado.

Ciro também já foi candidato à presidência. Em 2002, disputou pelo PPS e terminou em quatro lugar com quase 12% do total de votos válidos.

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