COMPORTAMENTO

Documentário 'Code Girl' quer incentivar meninas a se tornarem programadoras (VÍDEO)

04/11/2015 11:48 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02

Quando se trata de ciência e tecnologia, as mulheres são, mais uma vez, deixadas de fora.

Em parceria com a diretora Lesley Chilcott, o Google e o YouTube estão promovendo o documentário CodeGirl, com o objetivo de incentivar cada vez mais meninas a se tornarem programadoras e entrar no universo da tecnologia -- dominado, em sua maioria, por homens.


Em seu perfil no twitter, Chilcott, disse que "se mulheres não participarem do campo tecnológico, elas vão perder a oportunidade de influenciar a mudança social e econômica em um século". E, sim, isso precisa mudar.


Susan Wojcicki, CEO do YouTube, afirmou em um post no blog oficial do Google, que observou que as mulheres são maioria nas universidades dos Estados Unidos, mas menos de 20% estudam ciência da computação.

"As meninas não vão ter modelos positivos de outras meninas e mulheres na cultura da tecnologia. Em um estudo popular feito em 11 países, menos de 20% dos lugares ocupados na ciência da computação ou tecnologia eram por mulheres".

Para aproximar as meninas ainda mais deste universo pronto para ser descoberto, o filme conta a história de garotas do ensino médio de diversos países que participam de uma competição de programação. Elas tem apenas três meses para desenvolver um aplicativo que resolva o problema estruturais de suas comunidades.

São 11 equipes, desde Massachussetts, nos Estados Unidos, até Recife, aqui no Brasil. O time vencedor ganha 10 mil dólares para tornar o app realidade.

Mas existe um prazo para assistir gratuitamente o filme: com 1h48 de duração, ele ficará disponível online até 5 de novembro.

Wojcicki completa:

"Nosso objetivo é inspirar o maior número de estudantes possível durante este período de cinco dias de graça antes de o documentário chegar aos cinemas. Com sua ajuda, nós vamos ser capazes de inspirar mais meninas ao redor do mundo para perseguir suas paixões pela tecnologia."

Ada Lovelace ficaria orgulhosa.

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