COMPORTAMENTO

14 cartazes da 'Primavera das Mulheres' que mostram por que a 'PL do Aborto' não pode ser aprovada

03/11/2015 21:28 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02

Para dar voz aos seus direitos, cerca de 20 mil mulheres foram às ruas nesta semana em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Belo Horizonte, para protestar contra o projeto de lei 5.069/2013 , de autoria do deputado e presidente da câmara Eduardo Cunha, que restringe o atendimento médico a mulheres vítimas de estupro e dificulta o aborto legal.

No último dia 21, o projeto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara e agora está pronto para ir à votação no plenário. Além de retomar a necessidade do exame de corpo de delito para comprovar a violência sexual antes do atendimento médico, o projeto também retira do atendimento obrigatório o acesso à pílula do dia seguinte.

E as mulheres não vão aceitar isso. O útero e o corpo de todas as mulheres é laico. Mesmo que Eduardo Cunha, o Estado e as religiões não queiram. Durante os protestos, estas foram palavras de ordem, principalmente, nos cartazes usados pelas manifestantes. Selecionamos 16 cartazes que explicam, por si só, por que a 'PL do Aborto' não pode ser aprovada e é um verdadeiro retrocesso para o direito das mulheres no Brasil:

  • "Aborto não é questão de saúde, não de religião"
    Estadão Conteúdo
  • "Nenhuma mulher a menos"
    Estadão Conteúdo
  • "Mulher bonita é mulher que LUTA!"
    Estadão Conteúdo
  • "Meu útero não é seu espaço de fala"
    Estadão Conteúdo
  • "Ninguém vai tirar os direitos das minhas irmãs"
    Estadão Conteúdo
  • "Meu útero é laico!"
    Estadão Conteúdo
  • "Tire sua religião do meu corpo"
    Estadão Conteúdo
  • "Mexeu com uma mexeu com todas"
    Estadão Conteúdo
  • "Meu corpo, minhas regras"
    Estadão Conteúdo
  • "Somos todas clandestinas!"
    Estadão Conteúdo
  • "Fora Cunha!"
    Estadão Conteúdo
  • "Não acredito que estou protestando por isso em pleno 2015"
    Rerprodução/Twitter
  • "América latina vai ser toda feminista"
    Estadão Conteúdo
  • "Se ser livre é ser vadia, então somos todas vadias"
    Estadão Conteúdo

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