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Egito e Rússia investigam causas do acidente aéreo que matou 224 pessoas na Península do Sinai

31/10/2015 19:46 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02

A tragédia do avião da companhia Metrojet, que caiu na Península do Sinai, no Egito, está mobilizando autoridades egípcias e russas na investigação das causas do acidente. A queda da aeronave do Airbus A321 neste sábado (31) matou 224 pessoas — a grande maioria formada por cidadãos russos.

O premiê egípcio Sherif Ismail (nas fotos abaixo) foi ao local onde estavam os destroços do avião e se encontrou com o ministro da Defesa, Sedki Sobhi. Ambos acompanharam o trabalho dos oficiais de segurança.

sherif ismail

metrojet

sherif ismail

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou que o premiê Dmitry Medvedev abra uma investigação sobre o acidente.

O Estado Islâmico afirmou ter abatido o avião em um ataque terrorista. Entretanto, a Rússia negou o suposto atentado e atribui a informação a fonte não confiável.

Mais cedo, fontes de segurança do Egito informaram que as apurações preliminares sugeriam falha técnica como causa do acidente.

metrojet

As duas caixas-pretas do avião já foram localizadas. De acordo com o ministro de aviação civil do Egito, os dados e comandos de voz serão analisados.

O voo partiu de Sharm el-Sheikh, cidade egípcia polo de turismo, rumo a São Petersburgo, na Rússia.

Este domingo (1º) é dia de luto nacional na Rússia, conforme decretou Putin.

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Avião cai com 224 pessoas a bordo no Egito

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