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Sobe para mais de 200 número de mortos em terremoto que atingiu Afeganistão e Paquistão

26/10/2015 17:09 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
Hindustan Times via Getty Images
SRINAGAR, INDIA - OCTOBER 26: A woman cries as she along with others rushed out of buildings following an earthquake on October 26, 2015 in Srinagar, India. A 7.5 magnitude earthquake struck a remote area of North-Eastern Afghanistan in afternoon shaking the capital Kabul and killing 100 people 76 in Pakistan and 24 in Afghanistan. Two elderly women died of cardiac arrest in Kashmir Valley and a youth was killed in Reasi district of Jammu and Kashmir. (Photo by Waseem Andrabi /Hindustan Times via Getty Images)

O número de mortos devido ao forte terremoto que atingiu nesta segunda (26) o Afeganistão e o Paquistão subiu para, pelo menos, 238, segundo um novo balanço das autoridades locais. O balanço anterior relatava 160 mortos e mais de mil feridos nos dois países. O abalo também foi sentido na Índia.

No Paquistão, as autoridades locais atualizaram o número de vítimas, indicando que pelo menos 154 pessoas morreram e mais de mil ficaram feridas na sequência do forte abalo de magnitude 7,5 na escala Richter. Do lado do Afeganistão, o mais recente balanço indicou a existência de pelo menos 84 mortos. As autoridades afegãs admitem, no entanto, que este número deverá aumentar quando conseguirem recuperar a comunicação com as zonas mais isoladas daquele país.

“Algumas redes de comunicações móveis estão danificadas e estamos tentando descobrir como podemos contatar com as províncias com as quais não conseguimos estabelecer, até agora, contato”, informou o chefe do governo afegão, Abdullah Abdullah, durante uma reunião de emergência do Executivo.

Segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, o epicentro do terremoto foi em Jurm, nas montanhas da província de Badakhshan, no extremo Nordeste do Afeganistão, a uma profundidade de 213,5 quilômetros.

O abalo durou pelo menos um minuto e foi sentida pelo menos uma réplica pouco depois de magnitude 4,8, segundo o instituto geológico.

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