COMPORTAMENTO

Quais são as zonas erógenas do homem e da mulher e como saber explorá-las (╈18)

23/10/2015 19:45 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
Jonathan Knowles via Getty Images
Nude bodies in different skin colours entwined

Em potencial, todas as áreas do corpo são erógenas, independentemente de você ser homem ou mulher. "Nosso maior órgão sexual é a pele", brinca a sexóloga Carmem Janssen.

Cada pessoa tem suas preferências e o único jeito de descobrir é explorar. De acordo com o ginecologista e sexólogo Theo Lerner, a excitação também depende da situação em que a carícia acontece e da interpretação que o nosso cérebro dá para cada tipo. É por isso que uma área tida como excitante por uma pessoa pode ser repugnante para outra: tudo depende de como o cérebro responde ao estímulo - e cada caso é um caso. Quem avisa, amigo é: apesar de haver algumas zonas erógenas mais populares, o que importa na hora H não é onde você acaricia, e sim como.

As zonas erógenas mais manjadas são partes do corpo que têm muitas terminações nervosas.

Lascívia no lombo

Com ou sem segundas intenções, todo mundo adora massagem. Isso porque, como o pescoço, as costas também acumulam muita tensão. Por ser uma área robusta, pode ser estimulada de muitas maneiras: dá para mandar bem com beijos, apertões, mordiscadas e arranhões de leve.

De cabo a rabo

Muita gente não gosta, mas até a Sandy sabe que o ânus pode proporcionar prazer. Como o perímetro anal é inteiro enervado, toques leves na entrada do orifício podem ser excitantes. Nos homens, a próstata também é fonte de prazer e pode ser acessada de duas formas: com toques na região entre a bolsa escrotal e o ânus ou por dentro do ânus.

Pés sem pudor

Há controvérsias sobre os pés: eles têm todas as características de uma zona erógena, mas podem despertar arrepios de prazer em algumas pessoas e calafrios de repulsa em outras. É preciso respeitar a individualidade de cada parceiro.

Armando a barraca

Todas as partes do pênis são zonas erógenas, mas cuidado: uma pegada mais forte nos testículos e o clima pode ir por água abaixo. A glande (parte superior do pênis) também exige delicadeza. Ela pode ser considerada o equivalente ao clitóris feminino, porque possui origem embriológica semelhante.

Pescoçada

É uma área que acumula tensão, então nada mal receber beijos e cafunés ali. Um pescoço bem lavadinho e perfumado também serve para fisgar seu par por meio do olfato.

Bésame mucho

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Quando beijamos, os lábios aumentam de volume por causa do fluxo de sangue no local. A pele fina da boca é supersensível a estímulos de toque, sabor e temperatura. Mordidinhas costumam aumentar o entusiasmo; mordidonas cortam o clima.

Zona polêmica

Os mamilos das meninas e os dos meninos são igualmente sensíveis ao toque. No caso das mulheres, vale dar uma atenção (com cuidado para não machucar!) a toda a região dos seios.

Arrepiando as dobrinhas

Pouca gente explora, mas a parte de trás dos joelhos e dos cotovelos é uma área em que a pele é muito fina, assim como na virilha. Nesses locais, as terminações nervosas ficam mais expostas e a sensibilidade tátil é imensa.

Impacto profundo

A parte interna da vagina tem muita elasticidade e pode se expandir bastante durante o sexo. A região mais sensível é a parte exterior, na entrada do canal vaginal, mas o ideal é tentar conciliar estímulos na região interna e externa simultaneamente.

Ponto estratégico

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Localizado na parte de cima da vagina, bem na junção dos pequenos lábios, o clitóris só "funciona" se for tocado com muita delicadeza. Para alguns pesquisadores, o tal "ponto G" seria uma extensão interna dele, com quase 8 mil fibras nervosas.

Fontes: Livros A Celebration of Sex, de Douglas E. Rosenau, e Touch Me There!: A Hands-On Guide to Your Orgasmic Hot Spots, de Yvonne K. Fulbright.

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