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Taxa de desemprego fica em 7,6% em setembro, estável ante agosto, afirma IBGE

22/10/2015 10:01 -02 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
Jupiterimages via Getty Images
Depressed man

A taxa de desemprego apurada nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil ficou em 7,6% em setembro, estável ante agosto, segundo dados sem ajuste sazonal divulgados na manhã desta quinta-feira, 22, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de desemprego de setembro é a maior para o mês desde 2009, quando ficou em 7,7%. Em setembro do ano passado, a taxa de desocupação estava em 4,9%.

O contingente de desocupados, em setembro de 2015 foi estimado em 1,9 milhão de pessoas nas seis regiões investigadas: houve crescimento de 56,6% em relação a setembro de 2014. Isso significa que há mais 670 mil pessoas em busca de trabalho.

O avanço de 2,7 ponto porcentual em base anual é o mais intenso já registrado na série da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que tem dados desde março de 2003 neste confronto.

O rendimento médio real dos trabalhadores, por sua vez, registrou queda de 0,8% em setembro ante agosto. Já na comparação com setembro do ano passado, houve recuo 4,3%.

Massa de renda

A massa de renda real habitual dos ocupados nas seis principais regiões metropolitanas do País somou R$ 50,1 bilhões em setembro, o que significa queda de 0,6% em relação a agosto, informou o IBGE. Na comparação com setembro de 2014, o montante diminuiu 6,1%.

Já a massa de renda real efetiva dos ocupados totalizou R$ 50,3 bilhões em agosto deste ano, queda de 0,5% em relação ao mês de julho. Ante agosto de 2014, houve redução de 6,3% na massa de renda efetiva.

O rendimento médio real do trabalhador, já descontados os efeitos da inflação, foi de R$ 2.179,80 em setembro de 2015, segundo o IBGE.

O resultado significa recuo de 0,8% em relação a agosto e redução de 4,3% ante setembro do ano passado.

(Com informações da Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

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