MUNDO

Austrália defende extermínio de gatos após críticas de Brigitte Bardot

16/10/2015 17:35 -03 | Atualizado 27/01/2017 00:31 -02
Viola's visions/Flickr
Did you know that August 8 is International Cat Day? I hear you asking, “Um, isn’t every day International Cat Day?” And while that is true for most of us, it is nice to receive some official recognition, even if it is only one day a year.

Lembra que a Austrália anunciou um plano para matar 2 milhões de gatos nos próximos cinco anos?

A medida, cujo objetivo seria proteger espécies ameaçadas de extinção, despertou protestos de defensores de direitos dos animais.

Brigitte Bardot, que largou a carreira de atriz em prol do ativismo pelos animais, disse que o "genocídio animal" é "desumano e ridículo", e propôs que o plano fosse substituído por mutirões de castração. Morrisey disse que os gatos são "versões 2 metros menores" do leão Cecil, cujo assassinato causou comoção mundial.

Agora, a Austrália respondeu às críticas em uma carta aberta endereçada a Brigitte Bardot. Segundo o comissário de espécies ameaçadas do governo australiano Gregory Andrews, o extermínio de felinos é um "movimento essencial":

"Perdemos 28 espécies mamíferas australianas nos últimos 200 anos. Isso representa 35% das extinções de mamíferos do mundo moderno (...) Muito dessa perda se deve a altíssimos níveis de predação por gatos vira-latas, que são uma espécie invasiva neste continente. "

De acordo com o comunicado, os mais de 20 milhões de gatos domésticos (Felis silvestris catus) abandonados na natureza por várias gerações que vivem na Austrália ameaçam 124 espécies australianas, entre mamíferos, répteis, pássaros e sapos.

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